domingo, 28 de junho de 2009

june 28

domingo 28, 13:23

ai gente ç_ç

ontem tava mó temporal, e deu problema na torre da internet. ou seja, não estou escrevendo ao vivo .-.

queria ter crédito no celular pra poder twittar, e mandar mensagem.

Esse é o pior fim de semana EVER.

Não saí com as meninas porque estava doente e sem vontade – se bem que isso foi bom, porque tava um puta toró né – mas isso não é nem de longe o pior...

Fiquei deprimida a toa [passou, grazadels], eu e o Bryan brigamos [parêntese sobre isso depois], e me despedi do Tuts. Cara, quase chorei ok. Ele vai me mandar mensagem sempre [aliás, ele já mandou uma], mas não é a mesma coisa ;-;

Ok, a parte legalzinha do fim de semana foi: fiz blends legais da brit. Hm.

E a parte boa foi: eu e o Bryan nos reconciliamos <3

Cara, não é exagero quando eu digo que ele é a pessoa mais importante da minha vida – como ele disse, quando eu estiver apaixonada, eu vou ter outra pessoa que seja tão importante como ele, mas de modos diferentes.

You’re the straight that’s inside, and I swear for my life, I will always be there by your side ♫

Gente, adoro summer in B do amber pacific, ouçam mil <3

Ai dels, a internet precisa voltar logo, tenho que responder o Tuts, se eu não responder ele vai ficar chateado bagarai ;-;

E já que eu não tenho nada pra fazer, vou tirar esse dia pra ser tipo dia das garotas, qqq.

{com uma garota só, mas beleas né rerere}

Tipo, passei sabonete pra espinha na cara, e por cima da espuma passei pó secante de espinha. Depois vou fazer algo com o cabelo também, que está um leesho.

Vou almoçar hm.

Voltei. Blé, mais um fator pro fucking weekend: a torta de frango tava horrível. E pensar que já foi meu prato preferido D:

Agora deve ser feijoada, ou pizza, ou coxinha hm.

E pensar que até os cinco anos eu odiava pizza, e até os oito feijoada D:

Will you take me from this place I call my home forever broken? I have nothing in this world at all, this life seems meaningless, unspoken. ♪

VDM!

Agora não posso nem ler os livros que eu tenho no pc, porque a maioria tá em pdf, e eu desinstalei o Adobe Reader, e esqueci de instalar aquele leitor de pdf levinho que eu tinha antes.

Hm, não lembro com clareza o que sonhei hoje, mas tinha algo a ver com um clube de loosho, um banheiro todo de vidro, o Blasz e o Ninja [o Blasz era algo sobre a namorada, hm]

Ah, acho que vou tirar essa coisa bizarra da cara [já assustei meu irmão com ela hm] e ficar relendo Psicossoma.

Acho que preciso abrir um parêntese aqui também.

Bem, a pequena Thatha é escritora desde pequena. Com dois anos e meio eu escrevi a minha primeira história {na verdade desenhei, imaginei e contei oralmente, já que eu não sabia escrever ainda}. Era algo sobre duas gangues rivais de garotos de quatro anos, que eram chamados de Bairrosos e Mamosos [OK, RIAM MIL :’6]

Nome, aliás, que eu achava JENIAU.

Depois disso eu não parei mais de escrever. Desde essa história até os cinco anos fiz um monte de historinhas baseadas na turma da Monica.

Quando aprendi a ler, as historinhas ficaram menos rudimentares hm.

Com oito pra nove anos foi a melhor época da minha vida. Não existia nada melhor do que ficar a tarde toda assistindo Passa Ou Repassa [o melhor programa de todos os tempos, é! (H)], e depois Scooby Doo [o melhor desenho de todos os tempos, é! (H) embora tom&Jerry, pica pau e muitos outros desenhos da minha época também sejam geniais, scooby doo é melhor porque posha, os mistérios e monstros *olhinhos brilhantes*]

E, além de assistir as coisas mais legais de todos os tempos, eu ficava deitada no chão [ou sentada no sofá rs] fazendo histórias em quadrinhos de investigação, que até eram bem coerentes.

Com nove pra dez anos eu peguei uma mania bizarra – passava quase o dia inteiro trabalhando na produção de uma revista pras minhas bonecas (!) mas era uma revista MUITO serious. Minha vó lia e tudo. Eu recortava imagens das revistas reais, rs. Inventava mil nomes, mil novelas e suas sinopses, mil filmes e seus enredos. Talvez eu não devesse ter jogado isso fora, hm.

Com dez pra onze anos eu mudei de escola e me tornei uma leitora excepcional. Meus primeiros livros sérios foram A Casa Sinistra do Lourenço Cazarré {fiquei aterrorizada achando que era real, porque era narração em primeira pessoa :’D}, e O Mistério do Cinco Estrelas, do Marcos Rey. Cara, esse cara é o melhor escritor brasileiro que eu já li, serious. Fodam-se os clássicos.

No fim de 2005, com 11 anos, eu escrevi três histórias sobre os mesmos personagens – a maioria eram de uma das minhas novelinhas de um ano antes. Acho que se eu adaptar, daria um livro de contos ou coisa assim. Ainda devo ter aquilo guardado, I hope so.

Em 2006 eu comecei a escrever diário, músicas em inglês e poesias. E uns livrinhos adolescentes, que a Gih escrevia comigo.

Em 2007 eu fiquei gótica :x escrevi um monte de poemas também, e comecei alguns livros, mas sempre parava.

Em 2008 o que eu mais escrevi foi o blog, rs. E músicas em inglês.

Até que eu tive um sonho bem bizarro comigo, com o Diego, com o Rod e com a Milena, e comecei a escrever um livro através desse sonho. Depois comecei a pesquisar sobre fenômenos do sono, e acabei decidindo chamar o livro de Psicossoma. Nisso eu já estava de férias [acho] e passava dias e noites inteiros escrevendo. Tanto que escrevi dois livros completos e comecei um terceiro, hm.

Mas enfim, agora a internet voltou e não vou mais ler auishaoiadhioihad :B

Nenhum comentário: