quarta-feira, 17 de novembro de 2010

roses for the death. (i'm dead)


A essência da rosa é o espinho. Se ela não tem espinho, não é uma rosa. Não pode ser uma rosa, porque tudo aquilo que é belo precisa de defesas para sobreviver.
A beleza por si só é suicida. Tudo conspira por destruí-la. Por isso ela precisa de suas defesas, seus flancos afiados, para que seja uma recompensa só para os corajosos, persistentes. Não os fortes. Não os inteligentes. Não necessariamente os melhores em tudo.
Cabe a nós cultivá-la com todo o cuidado e jamais desistir, mesmo diante de espinhos e sangue, porque só assim alcançaremos sua beleza sublime.

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