Ai ai, hoje o dia foi tão manero e limdo que nem quero contar sobre ele.
Sério. Esqueçam tudo.
É ridículo achar que eu seria capaz. Eu não tinha a menor convicção, simplesmente fiquei de saco cheio de tudo. E olha, tenho motivos.
Sempre achei que eu fosse looser [não que eu não seja], mas ser looser mesmo é você incentivar o cara que você considera seu melhor amigo a ficar com a menina que ele ama, pra depois se descobrir apaixonada por ele, inventando nomes pros filhos hipotéticos de vocês.
Eu só queria dizer que educação é muito diferente de amizade e amor. Me poupe. Não tenho com o que me preocupar, mas me irrita. Me irrita ver tamanha babaquice. Eu sentiria pena se tivesse algum freira feeling, mas como eu sou vagabunda insensível só fico rindo.
Eu não tenho muito o que dizer, ainda estou feliz pelo dia liferuler que eu tive hoje e não quero pensar muito nisso pra não me aborrecer. Eu sei o que é ser humilhada e nunca quis fazer isso com ninguém, mas descobri recentemente que existe um grande grupo de pessoas que só entende o que a gente quer dizer quando a gente faz essas coisas tipo humilhação etc.
E pode me provocar o quanto for, obviamente eu vou ficar irritada, mas vou fazer melhor. As prioridades são claras aqui.
(o ministério dos blogs adverte: esse post é só pra quem é. LJHASFDIOHPASA)
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
15:34
Queria escrever até arrancar minha alma fora no papel — no caso, na tela do computador —, passá-la a limpo, esvaziá-la e esquecer tudo, mas é mais um dos pequenos desejos irrealizáveis que constroem o que eu sou (nada), o que eu fiz (nada) e o que eu sonho (porra nenhuma).
Tudo em mim é sofrimento, mesmo que eu não saiba por quê. Acho que pra filosofar/escrever sobre a natureza humana você precisa mergulhar na mais profunda tormenta. E essa sou eu fazendo as coisas como devem ser.
Não consigo me conformar de que tudo precisa ter um fim. Prefiro que tudo seja (ainda mais) vazio do que sofrimento. Não sei o que se passa. Não me preocupo em saber exatamente o que eu quero porque sei que de qualquer modo nunca vai acontecer.
Essa sou eu, só figurante na vida das pessoas. Felicidade, isso não é pra mim. Amor, até pode ser, mas só se for trazendo conseqüências desastrosas, senão não é amor, senão não é comigo.
Olha, na real, eu queria era que o mundo acabasse, porque só me matar já não seria o suficiente. Eu prefiro morrer do que passar o resto dos meus dias em looping, fazendo as coisas ordinárias de sempre.
O que sempre me animou a viver foi pensar que talvez, apenas talvez, algumas das coisas que eu queria aconteceriam. Mas foi essa ilusão, essa falsa esperança que me torturou. Por mais que eu diga que não vou sentir nada, eu passo um tempo conseguindo e depois volta tudo, com mais força ainda, uma vez que aquilo esteve acumulando uma energia potencial tremenda. Você pode represar seus sentimentos, até que eles se tornem mais fortes que a barreira que você criou, te invadam e inundem seus olhos.
Esse é o meu pra sempre, completamente sem convicção. Estou sem rumo. É como se você me arrancasse o sol e me mandasse girar ao redor de outra coisa. Estou perdida, fora de órbita, sem saber o que fazer.
Mas chega, sabe? Eu sei que eu ia passar a vida inteira sofrendo. Meu deus, errar uma vez não é o suficiente? Eu tinha que ser tão masoquista? Eu tinha que acreditar na mudança das pessoas? Eu tinha que, não somente me dispor a tentar a mesma coisa — o mesmo erro — infinitamente, mas também acreditar que seria diferente?
Eu tinha. Eu sou estúpida o suficiente pra isso.
Você não tem culpa de não me amar, mas você também não merece tudo o que eu ouso sentir. E eu não tenho culpa de te amar, mas também não tenho obrigação nenhuma de estar ao seu lado em tudo, suportar tudo, ser doce e servil, quando isso me faz tão mal. Então ficamos assim, longe como quase sempre, e pra sempre. Você nunca se importou, não vai ser agora que vai fazer diferença.
Morra, faça tudo o que você queria fazer e eu me opus, tudo o que me irrita, me difame e viva plenamente a vida de merda que você gosta de ter. Você está livre e sozinho. Eu sinceramente desisto.
É sem convicção que eu digo todas essas coisas, mas espero me manter nisso. O problema sou eu, apenas isso. Se eu não fosse ridícula e insuportável — ou seja, se eu fosse outra pessoa —, tudo seria diferente. Até os personagens que eu crio pra mim mesma são ridículos e insuportáveis.
E eu me enxergo em todo lugar, exceto aonde você está. O mundo ao meu redor é estranho agora que eu já não te tenho mais, eu só queria mas eu nem sei mais. Eu quero um segundo de silêncio, será que é pedir demais? Eu só queria, mas eu nem sei mais como é você.
Não quero sair, quero passar a noite toda aqui olhando pro nada, mas por outro lado sei que a Leh vai fazer o possível pra me animar hoje. Ela é a única pessoa que faz comigo o que eu faço com todo mundo, fica super preocupada, cuida de mim etc.
Daí eu começo a pensar se não é melhor sofrimento do que vazio.
Porque eu não podia nascer bonita sem cérebro? Não, tenho que nascer horrorosa e pensando demais sobre tudo.
Tudo em mim é sofrimento, mesmo que eu não saiba por quê. Acho que pra filosofar/escrever sobre a natureza humana você precisa mergulhar na mais profunda tormenta. E essa sou eu fazendo as coisas como devem ser.
Não consigo me conformar de que tudo precisa ter um fim. Prefiro que tudo seja (ainda mais) vazio do que sofrimento. Não sei o que se passa. Não me preocupo em saber exatamente o que eu quero porque sei que de qualquer modo nunca vai acontecer.
Essa sou eu, só figurante na vida das pessoas. Felicidade, isso não é pra mim. Amor, até pode ser, mas só se for trazendo conseqüências desastrosas, senão não é amor, senão não é comigo.
Olha, na real, eu queria era que o mundo acabasse, porque só me matar já não seria o suficiente. Eu prefiro morrer do que passar o resto dos meus dias em looping, fazendo as coisas ordinárias de sempre.
O que sempre me animou a viver foi pensar que talvez, apenas talvez, algumas das coisas que eu queria aconteceriam. Mas foi essa ilusão, essa falsa esperança que me torturou. Por mais que eu diga que não vou sentir nada, eu passo um tempo conseguindo e depois volta tudo, com mais força ainda, uma vez que aquilo esteve acumulando uma energia potencial tremenda. Você pode represar seus sentimentos, até que eles se tornem mais fortes que a barreira que você criou, te invadam e inundem seus olhos.
Esse é o meu pra sempre, completamente sem convicção. Estou sem rumo. É como se você me arrancasse o sol e me mandasse girar ao redor de outra coisa. Estou perdida, fora de órbita, sem saber o que fazer.
Mas chega, sabe? Eu sei que eu ia passar a vida inteira sofrendo. Meu deus, errar uma vez não é o suficiente? Eu tinha que ser tão masoquista? Eu tinha que acreditar na mudança das pessoas? Eu tinha que, não somente me dispor a tentar a mesma coisa — o mesmo erro — infinitamente, mas também acreditar que seria diferente?
Eu tinha. Eu sou estúpida o suficiente pra isso.
Você não tem culpa de não me amar, mas você também não merece tudo o que eu ouso sentir. E eu não tenho culpa de te amar, mas também não tenho obrigação nenhuma de estar ao seu lado em tudo, suportar tudo, ser doce e servil, quando isso me faz tão mal. Então ficamos assim, longe como quase sempre, e pra sempre. Você nunca se importou, não vai ser agora que vai fazer diferença.
Morra, faça tudo o que você queria fazer e eu me opus, tudo o que me irrita, me difame e viva plenamente a vida de merda que você gosta de ter. Você está livre e sozinho. Eu sinceramente desisto.
É sem convicção que eu digo todas essas coisas, mas espero me manter nisso. O problema sou eu, apenas isso. Se eu não fosse ridícula e insuportável — ou seja, se eu fosse outra pessoa —, tudo seria diferente. Até os personagens que eu crio pra mim mesma são ridículos e insuportáveis.
E eu me enxergo em todo lugar, exceto aonde você está. O mundo ao meu redor é estranho agora que eu já não te tenho mais, eu só queria mas eu nem sei mais. Eu quero um segundo de silêncio, será que é pedir demais? Eu só queria, mas eu nem sei mais como é você.
Não quero sair, quero passar a noite toda aqui olhando pro nada, mas por outro lado sei que a Leh vai fazer o possível pra me animar hoje. Ela é a única pessoa que faz comigo o que eu faço com todo mundo, fica super preocupada, cuida de mim etc.
Daí eu começo a pensar se não é melhor sofrimento do que vazio.
Porque eu não podia nascer bonita sem cérebro? Não, tenho que nascer horrorosa e pensando demais sobre tudo.
12:55
Desatar a corrente enquanto ainda há tempo é menos doloroso do que ser executado.
Da minha parte acabou tudo (tudo o quê?), pra sempre.
Eu prefiro sofrer tudo agora do que sofrer a vida inteira. De qualquer modo, o vazio sempre existiu e sempre vai existir. É melhor se dar conta das proporções dele do que acreditar que ele diminuiu, que alguém poderia me salvar.
Chega.
Da minha parte acabou tudo (tudo o quê?), pra sempre.
Eu prefiro sofrer tudo agora do que sofrer a vida inteira. De qualquer modo, o vazio sempre existiu e sempre vai existir. É melhor se dar conta das proporções dele do que acreditar que ele diminuiu, que alguém poderia me salvar.
Chega.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
14:11
Ninguém entende esse ódio irracional. Nem eu. É coisa que não se explica. É o simétrico do amor em cada detalhe. É o amor do outro lado. Pode ser infantil, ridículo e doentio... bom dia pra você que percebeu três características minhas. Qualquer coisa vinda de mim sempre será doentia. Meu estoque de idiotice é maior que o estoque de gás hélio do sol, e isso tudo é minha fusão nuclear, insuportavelmente necessária. If there's no one beside you when your soul embarks then I will follow you into the dark.
Não sei porque dizer todas essas coisas se eu acabo me arrependendo, voltando atrás. No fundo devo amar minha vida desgraçada porque me dá material pra escrever com a sinceridade que só suas piores lágrimas são capazes de conferir a um texto.
Não sei porque dizer todas essas coisas se eu acabo me arrependendo, voltando atrás. No fundo devo amar minha vida desgraçada porque me dá material pra escrever com a sinceridade que só suas piores lágrimas são capazes de conferir a um texto.
14:02
Eu tenho rido e chorado constantemente do absurdo de tudo isso. A vida é frágil e absurda, e eu também.
Ai gente, tive um sonho horrível mas acho que nem rola de contar aqui, sei lá, eu me sinto tão estúpida – essa é, aliás, a única coisa que eu tenho certeza que sinto e sei nomear perfeitamente.
E no ciclo das coisas da natureza, a única verdade absoluta é que uma solução sempre se transforma num problema. Eu era infeliz, momentaneamente tive a solução pra isso, e agora isso se tornou o problema que me faz infeliz de novo. E assim será, time and time again.
Eu não sei o que eu quero, mas eu sei perfeitamente o que eu não quero: continuar com as coisas do jeito que estão. Ser infeliz pra sempre. Ter que suportar determinados desgraçados(as).
Mentira, eu sei o que eu quero sim. Acho que saber o que você quer é a pior parte. Antes você podia se perder nas tentativas, se divertir, simplesmente tentar fugir de tudo, afinal era só um jogo que você nem sabia o que estava procurando. Qualquer coisa seria lucro.
E essa é a vida, se propagando através de ondas, cuja amplitude máxima sempre atinge menos que o esperado, e a mínima é extremamente baixa. Heinrich Hertz provavelmente me entenderia.
Ah que se foda, vou contar do sonho. Soa tão ridículo que eu consegui sentir ainda mais pena de mim mesma.
Então eu estava presa, e tentei fugir da cadeia junto com outra menina muito porra louca. Só que deu errado, atiraram na gente e algemaram. Ok, fiquei lá na cela, por muito, muito tempo. Daí me levaram pra um lugar que tinha uma janelinha, e a Leh estava do outro lado. Pedi pra ela chamar o Diogo, porque eu ia ficar presa por pelo menos mais dois anos, e queria vê-lo. Ela foi chamar, mas ele não quis ir me ver. Daí me colocaram diante de outra janela e eu vi ele com ~~ela~~.
Gente eu acordei tão mal com isso, depois melhorei, depois piorei de novo, depois fiquei chorando na sala, depois a Ana me fez rir, depois... depois é o agora e eu estou apenas perdida.
Não consigo decidir se isso tudo de maio pra cá foi um grande acerto mascarado de grande erro, ou um grande erro mascarado de grande acerto. Mas que eu estou ficando cheia disso, ah, eu estou. Fico com raiva, penso em dizer pra ele se virar sem mim, pra ele ir pro inferno com a amiguinha dele, ver se ela faz por ele o que eu faço, deixar ele completamente sozinho. Mas eu não consigo. Eu me sinto responsável. Ele me olha, ou às vezes nem olha, e eu derreto, me sentindo incapaz de fazê-lo sofrer ainda mais.
Ou talvez eu esteja apenas me sentindo importante sem ser, sabe, como naquele poema bonitinho que diz que tem o importante que sabe que é comum, tem o comum que se acha importante, tem diamante que sabe que é pedra, tem pedra que se acha diamante, e o tempo passa levando comuns, importantes, pedras e diamantes.
Mas eu queria conseguir apenas me afastar um pouco, pra mostrar pra ele que tudo poderia ser pior sem mim, porque ele realmente não dá valor nenhum ao fato de ter uma amiga que faz de tudo por ele, que fica péssima quando ele fica péssimo, que se importa de verdade. Coisas que eu relevo pra não aborrecê-lo, mas que me matam, de verdade.
Ou então, me afasto e me dou conta que ninguém precisa de mim e que eu me preocupo tanto porque eu quero. They’re better off without me.
Sabe quando algo/alguém te faz um bem absurdo, e depois acaba fazendo um mal maior ainda? Sério, a cada segundo tudo fica se despedaçando e se reconstruindo em looping infinito, e eu honestamente não suporto mais. Queria ser forte pelos outros e masoquista ou inabalável, mas só tinha ser eu mesma.
Só queria dizer que I love you in every possible way and I wish I was all you need to be happy.
Eu queria ser capaz de dizer pelo menos metade do que eu tenho pensado e sentido, mas daí seria ridículo demais. A gente chega numa idade que tem que aprender a se censurar, se controlar, distorcer menos as coisas por causa de sentimento.
Preciso deixar registros pra posteridade que não me envergonhem (até agora não consegui) afinal, segundo Clarice, sentir é um fato e pensar é um ato.
E pensar que quando eu era mais nova eu nutria um grande sentimento de desprezo por ela, achava que era apenas mais um desses clássicos supervalorizados. Mas agora começo a perceber a genialidade incoerente, profunda e paradoxal dela... é Clarice, amiga, vamos sair pra tomar umas cervejas que a gente tem muita coisa em comum.
Ai gente, tive um sonho horrível mas acho que nem rola de contar aqui, sei lá, eu me sinto tão estúpida – essa é, aliás, a única coisa que eu tenho certeza que sinto e sei nomear perfeitamente.
E no ciclo das coisas da natureza, a única verdade absoluta é que uma solução sempre se transforma num problema. Eu era infeliz, momentaneamente tive a solução pra isso, e agora isso se tornou o problema que me faz infeliz de novo. E assim será, time and time again.
Eu não sei o que eu quero, mas eu sei perfeitamente o que eu não quero: continuar com as coisas do jeito que estão. Ser infeliz pra sempre. Ter que suportar determinados desgraçados(as).
Mentira, eu sei o que eu quero sim. Acho que saber o que você quer é a pior parte. Antes você podia se perder nas tentativas, se divertir, simplesmente tentar fugir de tudo, afinal era só um jogo que você nem sabia o que estava procurando. Qualquer coisa seria lucro.
E essa é a vida, se propagando através de ondas, cuja amplitude máxima sempre atinge menos que o esperado, e a mínima é extremamente baixa. Heinrich Hertz provavelmente me entenderia.
Ah que se foda, vou contar do sonho. Soa tão ridículo que eu consegui sentir ainda mais pena de mim mesma.
Então eu estava presa, e tentei fugir da cadeia junto com outra menina muito porra louca. Só que deu errado, atiraram na gente e algemaram. Ok, fiquei lá na cela, por muito, muito tempo. Daí me levaram pra um lugar que tinha uma janelinha, e a Leh estava do outro lado. Pedi pra ela chamar o Diogo, porque eu ia ficar presa por pelo menos mais dois anos, e queria vê-lo. Ela foi chamar, mas ele não quis ir me ver. Daí me colocaram diante de outra janela e eu vi ele com ~~ela~~.
Gente eu acordei tão mal com isso, depois melhorei, depois piorei de novo, depois fiquei chorando na sala, depois a Ana me fez rir, depois... depois é o agora e eu estou apenas perdida.
Não consigo decidir se isso tudo de maio pra cá foi um grande acerto mascarado de grande erro, ou um grande erro mascarado de grande acerto. Mas que eu estou ficando cheia disso, ah, eu estou. Fico com raiva, penso em dizer pra ele se virar sem mim, pra ele ir pro inferno com a amiguinha dele, ver se ela faz por ele o que eu faço, deixar ele completamente sozinho. Mas eu não consigo. Eu me sinto responsável. Ele me olha, ou às vezes nem olha, e eu derreto, me sentindo incapaz de fazê-lo sofrer ainda mais.
Ou talvez eu esteja apenas me sentindo importante sem ser, sabe, como naquele poema bonitinho que diz que tem o importante que sabe que é comum, tem o comum que se acha importante, tem diamante que sabe que é pedra, tem pedra que se acha diamante, e o tempo passa levando comuns, importantes, pedras e diamantes.
Mas eu queria conseguir apenas me afastar um pouco, pra mostrar pra ele que tudo poderia ser pior sem mim, porque ele realmente não dá valor nenhum ao fato de ter uma amiga que faz de tudo por ele, que fica péssima quando ele fica péssimo, que se importa de verdade. Coisas que eu relevo pra não aborrecê-lo, mas que me matam, de verdade.
Ou então, me afasto e me dou conta que ninguém precisa de mim e que eu me preocupo tanto porque eu quero. They’re better off without me.
Sabe quando algo/alguém te faz um bem absurdo, e depois acaba fazendo um mal maior ainda? Sério, a cada segundo tudo fica se despedaçando e se reconstruindo em looping infinito, e eu honestamente não suporto mais. Queria ser forte pelos outros e masoquista ou inabalável, mas só tinha ser eu mesma.
Só queria dizer que I love you in every possible way and I wish I was all you need to be happy.
Eu queria ser capaz de dizer pelo menos metade do que eu tenho pensado e sentido, mas daí seria ridículo demais. A gente chega numa idade que tem que aprender a se censurar, se controlar, distorcer menos as coisas por causa de sentimento.
Preciso deixar registros pra posteridade que não me envergonhem (até agora não consegui) afinal, segundo Clarice, sentir é um fato e pensar é um ato.
E pensar que quando eu era mais nova eu nutria um grande sentimento de desprezo por ela, achava que era apenas mais um desses clássicos supervalorizados. Mas agora começo a perceber a genialidade incoerente, profunda e paradoxal dela... é Clarice, amiga, vamos sair pra tomar umas cervejas que a gente tem muita coisa em comum.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
23:20
Dizer “eu te amo” já não parece o suficiente. Dizer qualquer coisa é banal. “Eu morreria por você, eu queria te salvar”, etc. Tudo verdade, mas tudo clichê. Vows are spoken to be broken, feelings are intense, words are trivial. Pleasure remains, so does the pain, words are meaningless and forgettable.
Stephen Christian me abrace forte e fale por mim seu lindo.
Stephen Christian me abrace forte e fale por mim seu lindo.
18:07
Sonhei que tinha uns cavaleiros gigantes se digladiando num campo que parecia o da escola, e eles eram gigantes mesmo, tipo, umas dez vezes maiores que o Hagrid e extremamente gordos, tipo lutadores de sumô sei lá. E estavam em cima de cavalos brancos gigantes também.
Daí eles ficaram lá até um deles matar o outro [não sei qual, os dois eram iguais], acho que eles estavam disputando uma mulher, mas não lembro de ter visto ela. Certeza que não era eu, eu era uma camponesa e tava junto com o Gustavo, que por ser fraquinho etc não lutava.
Daí foi o Celso tentar meter a espada na barriga do cavaleiro gigante, e ele sozinho dilacerou as entranhas do sujeito. Só que daí tinha um cara peludo que matou o Celso {?}
I mean, realmente peludo, tipo, um monstro com muito pêlo e de chapinha no pêlo, bem bizarro, todo marrom.
Daí o povo todo ficou aplaudindo esse peludão aí, e eu tava olhando pros caras dilacerados [apesar de estar meio longe] e reclamando de nojinho, daí alguém me disse que o corpo humano não tem cheiro específico porque senão tudo teria o mesmo cheiro quando queimasse {?}
E depois o Hagrid [sim, o Hagrid real também estava lá] disse que odeia quando vai cortar carne de baleia e corta carne de gente {?}
Meldels foi muito nonsense, pra você ver como funciona minha mente.
Gente, perdi a essência de fazer blog, sério. Qualquer coisa que me perguntam, eu faço a misteriosa e deixo eles na dúvida, que nem o Ted naquele epi que diz some stories you tell, some stories you don't.
E gosto da idéia de ser um personagem, gosto da idéia de não revelar a verdade, só deixar as pessoas com suposições sobre o que eu faço ou deixo de fazer.
É tão mais fácil gente.
Não me julguem, acho que todo mundo faz isso. Sinceramente, cansei de expor cada detalhe da minha vida e só conseguir macumba e mal-olhado LKAHFDAFSIHOAFIHDASA gente sério
(são palavras engraçadas etc, mas pior que é, quando eu não conto nada pra ninguém é mais fácil, só digo isso)
Gente, juro que isso não é o fim do blog, só preciso pensar num modo de escrever coisas legais aqui, porque honestamente ainda sonho em ser uma blogueira foda e famosa com mais de três mil seguidores no tuito etc... por mais que não pareça, ainda tenho meus sonhos audaciosos sabe, só estou caindo na real em relação a tudo.
Daí eles ficaram lá até um deles matar o outro [não sei qual, os dois eram iguais], acho que eles estavam disputando uma mulher, mas não lembro de ter visto ela. Certeza que não era eu, eu era uma camponesa e tava junto com o Gustavo, que por ser fraquinho etc não lutava.
Daí foi o Celso tentar meter a espada na barriga do cavaleiro gigante, e ele sozinho dilacerou as entranhas do sujeito. Só que daí tinha um cara peludo que matou o Celso {?}
I mean, realmente peludo, tipo, um monstro com muito pêlo e de chapinha no pêlo, bem bizarro, todo marrom.
Daí o povo todo ficou aplaudindo esse peludão aí, e eu tava olhando pros caras dilacerados [apesar de estar meio longe] e reclamando de nojinho, daí alguém me disse que o corpo humano não tem cheiro específico porque senão tudo teria o mesmo cheiro quando queimasse {?}
E depois o Hagrid [sim, o Hagrid real também estava lá] disse que odeia quando vai cortar carne de baleia e corta carne de gente {?}
Meldels foi muito nonsense, pra você ver como funciona minha mente.
Gente, perdi a essência de fazer blog, sério. Qualquer coisa que me perguntam, eu faço a misteriosa e deixo eles na dúvida, que nem o Ted naquele epi que diz some stories you tell, some stories you don't.
E gosto da idéia de ser um personagem, gosto da idéia de não revelar a verdade, só deixar as pessoas com suposições sobre o que eu faço ou deixo de fazer.
É tão mais fácil gente.
Não me julguem, acho que todo mundo faz isso. Sinceramente, cansei de expor cada detalhe da minha vida e só conseguir macumba e mal-olhado LKAHFDAFSIHOAFIHDASA gente sério
(são palavras engraçadas etc, mas pior que é, quando eu não conto nada pra ninguém é mais fácil, só digo isso)
Gente, juro que isso não é o fim do blog, só preciso pensar num modo de escrever coisas legais aqui, porque honestamente ainda sonho em ser uma blogueira foda e famosa com mais de três mil seguidores no tuito etc... por mais que não pareça, ainda tenho meus sonhos audaciosos sabe, só estou caindo na real em relação a tudo.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
23:12
Desisto. Essa realidade alternativa que vocês chamam de vida e eu chamo de “coisas chatas fora do twitter” realmente não é pra mim.
Como eu não vou sentir, como eu vou ser forte se isso chega a doer mais em mim, meldels.
Existe uma doença que te deixa insensível à dor e eu não sei o nome, e eu só queria ter isso pra morrer de modo indolor, ou ter isso emocionalmente e não sentir absolutamente nada. Só ser prestativa e adorável, sem que isso me torture tanto.
Ou pelo menos ter alguém que faça cosplay de rocha pra mim assim como eu faço pra todo mundo (leia-se, todo mundo que me importa, o resto que morra).
Olha eu devo ser realmente muito ruim, a pior pessoa do mundo, porque isso tá insuportável sabe. Noite toda chorando e tendo pesadelos, dia razoável, e, spoiler dessa noite: vai ser igual à anterior.
Eu poderia facilmente deixar isso de lado, porque eu só sou importante nas crises. Aliás, eu não sou importante, eu me sinto. Todo mundo pode viver muito bem sem mim, então vamos parar de ser trouxa sofrendo pelos outros e deletar a conta na vida?
Queria ser capaz.
Boa noite pra quem vai conseguir a proeza de dormir pesadamente e sem sonhos nem lágrimas. Não eu, obviamente.
E eu sei que isso é fucking dramático e ridículo, mas não seria meu blog se fosse manero. Desculpa, não nasci pra ser gente, muito menos legal.
Você não vai tentar me salvar, você só quer me ferir e me abandonar, desesperada. Você ensinou ao meu coração um sentido que eu nunca imaginei ter, eu não consigo esquecer as vezes que eu estava perdida e deprimida pela terrível verdade. Como você faz isso? Você é minha heroína. Você não vai me deixar sozinha, esculpa meu coração numa pedra, eu o dou a qualquer momento. Eu aposto que você ri só de me imaginar pensando por mim mesma, eu aposto que você acredita que eu estou melhor com você do que com qualquer outra pessoa. Seu rosto vem de novo e toda a esperança que eu tive se torna surreal, mas sob seus lençóis mas tortura que prazer, e passando pelos seus lábios, mais ódio que riso. Não te mudarei agora nem pra sempre, eu sei que pra continuar eu te quebrarei, meu hábito.
Como eu não vou sentir, como eu vou ser forte se isso chega a doer mais em mim, meldels.
Existe uma doença que te deixa insensível à dor e eu não sei o nome, e eu só queria ter isso pra morrer de modo indolor, ou ter isso emocionalmente e não sentir absolutamente nada. Só ser prestativa e adorável, sem que isso me torture tanto.
Ou pelo menos ter alguém que faça cosplay de rocha pra mim assim como eu faço pra todo mundo (leia-se, todo mundo que me importa, o resto que morra).
Olha eu devo ser realmente muito ruim, a pior pessoa do mundo, porque isso tá insuportável sabe. Noite toda chorando e tendo pesadelos, dia razoável, e, spoiler dessa noite: vai ser igual à anterior.
Eu poderia facilmente deixar isso de lado, porque eu só sou importante nas crises. Aliás, eu não sou importante, eu me sinto. Todo mundo pode viver muito bem sem mim, então vamos parar de ser trouxa sofrendo pelos outros e deletar a conta na vida?
Queria ser capaz.
Boa noite pra quem vai conseguir a proeza de dormir pesadamente e sem sonhos nem lágrimas. Não eu, obviamente.
E eu sei que isso é fucking dramático e ridículo, mas não seria meu blog se fosse manero. Desculpa, não nasci pra ser gente, muito menos legal.
Você não vai tentar me salvar, você só quer me ferir e me abandonar, desesperada. Você ensinou ao meu coração um sentido que eu nunca imaginei ter, eu não consigo esquecer as vezes que eu estava perdida e deprimida pela terrível verdade. Como você faz isso? Você é minha heroína. Você não vai me deixar sozinha, esculpa meu coração numa pedra, eu o dou a qualquer momento. Eu aposto que você ri só de me imaginar pensando por mim mesma, eu aposto que você acredita que eu estou melhor com você do que com qualquer outra pessoa. Seu rosto vem de novo e toda a esperança que eu tive se torna surreal, mas sob seus lençóis mas tortura que prazer, e passando pelos seus lábios, mais ódio que riso. Não te mudarei agora nem pra sempre, eu sei que pra continuar eu te quebrarei, meu hábito.
13:19
Absurdamente paradoxal e incapaz de me decidir, essa sou eu.
Dormi pessimamente essa noite, até porque estava péssima. Ficava tendo pesadelo em looping, perdia a hora no pesadelo, e acordava assustada.
Só fui pra escola porque não queria ficar tendo pesadelo ad infinitum.
Gente, se não fosse pela Shinny... nem quero completar a frase porque daí vocês vão perguntar o que eu tenho e eu realmente não tô a fim, estou finalmente aprendendo a me fechar, a revelar parte da verdade pra algumas pessoas e não revelá-la pras outras, mas nunca, nunca falar tudo o que vai na minha mente.
Vocês não agüentariam.
Enfim, o dia foi terrível como qualquer terça-feira, mas podia ter sido muito pior. A Aline só percebeu o quanto eu estava mal quando ela reclamou da aula [de química, obviamente] e eu disse “perto da minha vida isso aqui tá suportável”. OU SEJA.
A parte não-tão-ruim do dia foi que o Dayton não deu prova. Eu realmente não preciso, além de tudo, me preocupar com um zero. Até que estou bem em matemática mas não quero me foder totalmente.
Gente, realmente não consigo explicar.
Mas nossa, que sentimento horrível.
Só tenho um comentário: go on, me diga que eu sou mais importante, mas continue fazendo as exatas mesmas coisas. Sou eu que agüento suas crises, seus segredos, mesmo que me façam mal. E se não quer que eu jogue na cara, não continue fazendo. Ou vá contar tudo o que você me conta pra alguém que só te usa porque ninguém mais a suporta.
Obrigada Brasil, agora vou dormir por uns vinte anos.
Dormi pessimamente essa noite, até porque estava péssima. Ficava tendo pesadelo em looping, perdia a hora no pesadelo, e acordava assustada.
Só fui pra escola porque não queria ficar tendo pesadelo ad infinitum.
Gente, se não fosse pela Shinny... nem quero completar a frase porque daí vocês vão perguntar o que eu tenho e eu realmente não tô a fim, estou finalmente aprendendo a me fechar, a revelar parte da verdade pra algumas pessoas e não revelá-la pras outras, mas nunca, nunca falar tudo o que vai na minha mente.
Vocês não agüentariam.
Enfim, o dia foi terrível como qualquer terça-feira, mas podia ter sido muito pior. A Aline só percebeu o quanto eu estava mal quando ela reclamou da aula [de química, obviamente] e eu disse “perto da minha vida isso aqui tá suportável”. OU SEJA.
A parte não-tão-ruim do dia foi que o Dayton não deu prova. Eu realmente não preciso, além de tudo, me preocupar com um zero. Até que estou bem em matemática mas não quero me foder totalmente.
Gente, realmente não consigo explicar.
Mas nossa, que sentimento horrível.
Só tenho um comentário: go on, me diga que eu sou mais importante, mas continue fazendo as exatas mesmas coisas. Sou eu que agüento suas crises, seus segredos, mesmo que me façam mal. E se não quer que eu jogue na cara, não continue fazendo. Ou vá contar tudo o que você me conta pra alguém que só te usa porque ninguém mais a suporta.
Obrigada Brasil, agora vou dormir por uns vinte anos.
sábado, 21 de agosto de 2010
12:07
depois de mil anos sem lembrar de sonho meu, acabei de acordar e lembro que tava sonhando que o leitinho (@joaopedrosachet pros leigo) tava aqui e a gente tava tirando foto rs
depois eu sonhei que tava perdida num bairro estranho, achei uma praça e fui esperar ônibus lá. tinha um monte de gente feiapobre etc, daí um fotógrafo muito lindo começou a tirar umas fotos minhas. tinha uma mulher vestida de noiva e eu peguei a câmera dele pra tirar foto dela; ela era muito linda, loira, de olho claro, parecia sei lá, a prima do Rods (só que bem mais bonita).
Só que quando eu ia tirar a foto, ela se mexia e saía feia i_i
fotógrafo limd me chamou no cantinho e disse que eu era linda demais, a pessoa mais bonita de quem ele já tinha tirado fotos espontâneas (ou seja acho que ele tirava foto de moradores de rua e depósitos de lixo né)
só que daí chegou meu ônibus (ela ia no mesmo que eu, ele não). E TINHA UMA VELHA DESDENTADA ROUBANDO MINHA BOLSA ROXA, EU FIQUEI PUXANDO A BOLSA E ELA FALANDO "PERDEU, BONITINHA",
daí eu puxei e fui xingando a velha enquanto corria pro ônibus.
eu tava com mais um monte de coisa na mão, tudo espalhado pela praça, mas saí juntando e corri pro ônibus, daí o fotógrafo disse que queria me ver de novo, eu disse pra ele passar o número dele pra noiva, que ja tava dentro do ônibus, fui sentar perto dela pra pegar o número. eu lembro que o começo era: 18 3637 ou 18 3307, o resto dos dígitos eu não lembro porque acordei com barulho da Eva chegando.
a Eva é a personificação do amor. ela é prima mais velha da minha mãe, e é um tipo raro de parente - gente puro amor, que não te atrapalha em nada e é superprestativa - mas sabe, eu queria ver como terminaria o sonho.
post aleatório e bobo, mas eu tinha que registrar, sei lá.
depois eu sonhei que tava perdida num bairro estranho, achei uma praça e fui esperar ônibus lá. tinha um monte de gente feiapobre etc, daí um fotógrafo muito lindo começou a tirar umas fotos minhas. tinha uma mulher vestida de noiva e eu peguei a câmera dele pra tirar foto dela; ela era muito linda, loira, de olho claro, parecia sei lá, a prima do Rods (só que bem mais bonita).
Só que quando eu ia tirar a foto, ela se mexia e saía feia i_i
fotógrafo limd me chamou no cantinho e disse que eu era linda demais, a pessoa mais bonita de quem ele já tinha tirado fotos espontâneas (ou seja acho que ele tirava foto de moradores de rua e depósitos de lixo né)
só que daí chegou meu ônibus (ela ia no mesmo que eu, ele não). E TINHA UMA VELHA DESDENTADA ROUBANDO MINHA BOLSA ROXA, EU FIQUEI PUXANDO A BOLSA E ELA FALANDO "PERDEU, BONITINHA",
daí eu puxei e fui xingando a velha enquanto corria pro ônibus.
eu tava com mais um monte de coisa na mão, tudo espalhado pela praça, mas saí juntando e corri pro ônibus, daí o fotógrafo disse que queria me ver de novo, eu disse pra ele passar o número dele pra noiva, que ja tava dentro do ônibus, fui sentar perto dela pra pegar o número. eu lembro que o começo era: 18 3637 ou 18 3307, o resto dos dígitos eu não lembro porque acordei com barulho da Eva chegando.
a Eva é a personificação do amor. ela é prima mais velha da minha mãe, e é um tipo raro de parente - gente puro amor, que não te atrapalha em nada e é superprestativa - mas sabe, eu queria ver como terminaria o sonho.
post aleatório e bobo, mas eu tinha que registrar, sei lá.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
21:33
Sempre que estou andando de esteira tenho idéia pra post.
Eu estava lá apenas pensando comigo sobre como a Romilda, minha professora de ciências da quinta à oitava série, uma velha ligeiramente medonha mas que é responsável pelos meus não-zeros em química, física e biologia atualmente, dizia sobre a vida acadêmica ser um funil.
Na quinta série, logo no nosso primeiro dia de aula com ela [ou um dos primeiros sei lá], ela dizia “agora vocês estão na parte larga do funil, a cada série vocês vão descendo e vai ficando mais apertado”.
E a cada ano ela repetia o discurso, estávamos sempre na parte larga do funil, segundo ela.
Ou seja, a vida nada mais é que um funil em looping infinito.
Honestamente nunca me senti jogando a escola no hard, mesmo no auge da minha vagabundagem escolar (hoje em dia, pros leigos). Mas o resto das coisas que não envolvem a escola (um conjunto vazio: Vida = { }), essas sim têm sido hard desde sempre, enfrentando os big bosses todo dia sem passar de level.
Mas isso é culpa do inconformismo que parece existir em maior quantidade em mim que nas pessoas normais. Olhando por um lado minha vida está boa, melhor do que eu sempre quis quando era mais nova. Mas passam os anos, você se torna mais audaciosa e resmungona. As coisas que você conquistou se tornam banais aos seus olhos. Você quer mais. A ambição é boa até aquele trecho onde se bifurca em direções opostas: sucesso ou auto-destruição (ou você simplesmente volta a estrada toda, perde qualquer ambição e vai criar cabras no Vale do Utah).
Ainda estou no começo do caminho, não me desvio dele, não quero me enveredar pra auto-destruição, não pela milésima primeira vez, não agora. Mas o fato é que, por mais que eu evolua, nunca será evolução o suficiente. Aquela mania que todo mundo que é um lixo e não vale nem um níquel tem, de querer não ser normal, não ser razoável, nem mesmo boa o suficiente, mas perfeita.
Ok, o dia hoje: euri bastante, me concentrei muito na aula de biologia e por um segundo fugaz pensei em ser geneticista. Ok meu QI de 134 é considerado superdotação (ao menos se eu fosse homem...), mas eu sou vagabunda e distraída demais pra passar a vida inteira calculando quais as probabilidades de uma mulher B+MN e um homem O+M terem filhos defeituosos, obrigada.
Aliás, na aula de biologia eu estava pensando: ser hétero é supervalorizado. Com o tanto de gente que se descobre/considera/enruste-mas-é bi, acabo achando que é esse o normal (ok o normal não pode ser totalmente gay porque daí não haveria reprodução), e não ser hétero.
Os gregos antigos são tipo os povos mais foda de todo o universo, e assim como cada homem tinha sua mulher pra reproduzir e seu macho pra se divertir (Bryan que disse, eu não sabia), umas bonitas na ilha de Lesbos também descobriram que não precisam de um pênis pra serem felizes, ou seja.
Tipo, tem anomalias autossômicas que atingem cerca de 50% da população, ou seja, não são recessivas. Ou então, se o gene pra bissexualidade estiver no X, é o mesmo raciocínio pro daltonismo. Tem essa coisa de quem nasce pra ser gay e quem vira porque é feliz (alô). Ou seja, genótipo e fenótipo gay. Quanto mais gente se assume, mais gente passa de hetero pra curioso, e é assim que o mundo fica manero e colorido.
Ok brisei, voltando à profissão que eu pensei: ontem eu e a Aline decidimos que eu devo fazer faculdade de filosofia e ser fotógrafa por hobby.
Porque filosofia é totalmente Thamires: apenas pensar e não ter que fazer trabalho braçal. Quero ser muito foda que nem o Zaguinho. Dar uma aula bem dada, mas ser manera e querida pelos alunos. <3
Enfim, farei se não mudar de idéia até a época de vestibular do ano que vem (até parece que não vou mudar, hoje mesmo falei sobre ser geneticista né).
Aff fico aqui sonhando alto e vou acabar como caixa de mercado — o que ainda é uma profissão boa, comparada a muitas. Coisas que ninguém nunca sonhou em ser, mas alguém tem que fazer.
Tá, continuando o dia, que eu briso demais.
Passei o intervalo com a Leh e a Nah, e foi manero; quando passo com azamiga da sala, com quem converso o resto da manhã inteira, a gente só fica paradas olhando pro nada reclamando do frio.
Sem contar que estou tentando fazer cosplay de gente, ao invés de bicho do mato, e ser mais sociável.
Depois fui vadiar com a Aline e o Renats, nos divertimos e tals, mas eu vim pra casa cedo porque queria ir mais cedo pra academia. Passei na Ana pra conversar um pouco, coisa que a gente não faz há séculos, porque tava me sentindo sozinha no longo caminho dazquebrada do Renats até em casa, e ela andou um pouco comigo me contando sobre a vida dela e tal.
Fui pra academia bla bla bla Beto te amo fim.
Sério, tenho que ler dom casmurro (o resumo da wikipédia, pros leigos), prova amanhã. Nem sei se volto pro msn, já que além de tudo tenho que dar conta do problema dos outros e isso ainda me deprime. Nem eu sou tão masoquista.
Olha, só quero constar que odeio Machadão e por mim ele podia enfiar os romances psicológicos e todos os troncos que árvore que ele cortar, no cu.
Nenhum clássico me atrai, até nisso eu tenho que ser a diferente. Se eu fosse um espermatozóide correria pro lado oposto.
Enfim vida (ou seja lá como devo te chamar, sua vadia), vá se foder.
Eu estava lá apenas pensando comigo sobre como a Romilda, minha professora de ciências da quinta à oitava série, uma velha ligeiramente medonha mas que é responsável pelos meus não-zeros em química, física e biologia atualmente, dizia sobre a vida acadêmica ser um funil.
Na quinta série, logo no nosso primeiro dia de aula com ela [ou um dos primeiros sei lá], ela dizia “agora vocês estão na parte larga do funil, a cada série vocês vão descendo e vai ficando mais apertado”.
E a cada ano ela repetia o discurso, estávamos sempre na parte larga do funil, segundo ela.
Ou seja, a vida nada mais é que um funil em looping infinito.
Honestamente nunca me senti jogando a escola no hard, mesmo no auge da minha vagabundagem escolar (hoje em dia, pros leigos). Mas o resto das coisas que não envolvem a escola (um conjunto vazio: Vida = { }), essas sim têm sido hard desde sempre, enfrentando os big bosses todo dia sem passar de level.
Mas isso é culpa do inconformismo que parece existir em maior quantidade em mim que nas pessoas normais. Olhando por um lado minha vida está boa, melhor do que eu sempre quis quando era mais nova. Mas passam os anos, você se torna mais audaciosa e resmungona. As coisas que você conquistou se tornam banais aos seus olhos. Você quer mais. A ambição é boa até aquele trecho onde se bifurca em direções opostas: sucesso ou auto-destruição (ou você simplesmente volta a estrada toda, perde qualquer ambição e vai criar cabras no Vale do Utah).
Ainda estou no começo do caminho, não me desvio dele, não quero me enveredar pra auto-destruição, não pela milésima primeira vez, não agora. Mas o fato é que, por mais que eu evolua, nunca será evolução o suficiente. Aquela mania que todo mundo que é um lixo e não vale nem um níquel tem, de querer não ser normal, não ser razoável, nem mesmo boa o suficiente, mas perfeita.
Ok, o dia hoje: euri bastante, me concentrei muito na aula de biologia e por um segundo fugaz pensei em ser geneticista. Ok meu QI de 134 é considerado superdotação (ao menos se eu fosse homem...), mas eu sou vagabunda e distraída demais pra passar a vida inteira calculando quais as probabilidades de uma mulher B+MN e um homem O+M terem filhos defeituosos, obrigada.
Aliás, na aula de biologia eu estava pensando: ser hétero é supervalorizado. Com o tanto de gente que se descobre/considera/enruste-mas-é bi, acabo achando que é esse o normal (ok o normal não pode ser totalmente gay porque daí não haveria reprodução), e não ser hétero.
Os gregos antigos são tipo os povos mais foda de todo o universo, e assim como cada homem tinha sua mulher pra reproduzir e seu macho pra se divertir (Bryan que disse, eu não sabia), umas bonitas na ilha de Lesbos também descobriram que não precisam de um pênis pra serem felizes, ou seja.
Tipo, tem anomalias autossômicas que atingem cerca de 50% da população, ou seja, não são recessivas. Ou então, se o gene pra bissexualidade estiver no X, é o mesmo raciocínio pro daltonismo. Tem essa coisa de quem nasce pra ser gay e quem vira porque é feliz (alô). Ou seja, genótipo e fenótipo gay. Quanto mais gente se assume, mais gente passa de hetero pra curioso, e é assim que o mundo fica manero e colorido.
Ok brisei, voltando à profissão que eu pensei: ontem eu e a Aline decidimos que eu devo fazer faculdade de filosofia e ser fotógrafa por hobby.
Porque filosofia é totalmente Thamires: apenas pensar e não ter que fazer trabalho braçal. Quero ser muito foda que nem o Zaguinho. Dar uma aula bem dada, mas ser manera e querida pelos alunos. <3
Enfim, farei se não mudar de idéia até a época de vestibular do ano que vem (até parece que não vou mudar, hoje mesmo falei sobre ser geneticista né).
Aff fico aqui sonhando alto e vou acabar como caixa de mercado — o que ainda é uma profissão boa, comparada a muitas. Coisas que ninguém nunca sonhou em ser, mas alguém tem que fazer.
Tá, continuando o dia, que eu briso demais.
Passei o intervalo com a Leh e a Nah, e foi manero; quando passo com azamiga da sala, com quem converso o resto da manhã inteira, a gente só fica paradas olhando pro nada reclamando do frio.
Sem contar que estou tentando fazer cosplay de gente, ao invés de bicho do mato, e ser mais sociável.
Depois fui vadiar com a Aline e o Renats, nos divertimos e tals, mas eu vim pra casa cedo porque queria ir mais cedo pra academia. Passei na Ana pra conversar um pouco, coisa que a gente não faz há séculos, porque tava me sentindo sozinha no longo caminho dazquebrada do Renats até em casa, e ela andou um pouco comigo me contando sobre a vida dela e tal.
Fui pra academia bla bla bla Beto te amo fim.
Sério, tenho que ler dom casmurro (o resumo da wikipédia, pros leigos), prova amanhã. Nem sei se volto pro msn, já que além de tudo tenho que dar conta do problema dos outros e isso ainda me deprime. Nem eu sou tão masoquista.
Olha, só quero constar que odeio Machadão e por mim ele podia enfiar os romances psicológicos e todos os troncos que árvore que ele cortar, no cu.
Nenhum clássico me atrai, até nisso eu tenho que ser a diferente. Se eu fosse um espermatozóide correria pro lado oposto.
Enfim vida (ou seja lá como devo te chamar, sua vadia), vá se foder.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
20:19
Denúncia: estava pensando em criar um novo blog → "loveislikenovocain" porque a palavra novocain é linda demais e eu amo a música do sugarcult que diz isso.
Mas tenho preguiça de mudar de blog e vocês nem iam me seguir no novo.
Então, minha vida tem estado cheia de assuntos internos, o que totalmente anula o fato de eu ter um blog, mas eu vou procurar algo sobre o que escrever, algum dia.
eu juro.
Espero que vocês não me abandonem e, se quiserem perder tempo com uns textos bobos meio sarcásticos e inúteis, onde absolutamente nada acontece, procurem no arquivo do blog. se escrever fosse fazer sexo, no momento eu seria, se é que é possível, frígida e celibatária ao mesmo tempo.
É o que eu digo, queria ser uma blogueira foda, mas só tinha ser nefelibata né.
Parafraseio aqui Ted Mosby: some stories you tell, some stories you don't.
Mas tenho preguiça de mudar de blog e vocês nem iam me seguir no novo.
Então, minha vida tem estado cheia de assuntos internos, o que totalmente anula o fato de eu ter um blog, mas eu vou procurar algo sobre o que escrever, algum dia.
eu juro.
Espero que vocês não me abandonem e, se quiserem perder tempo com uns textos bobos meio sarcásticos e inúteis, onde absolutamente nada acontece, procurem no arquivo do blog. se escrever fosse fazer sexo, no momento eu seria, se é que é possível, frígida e celibatária ao mesmo tempo.
É o que eu digo, queria ser uma blogueira foda, mas só tinha ser nefelibata né.
Parafraseio aqui Ted Mosby: some stories you tell, some stories you don't.
sábado, 14 de agosto de 2010
22:47
Não tenho nada engraçadinho nem profundo pra dizer, então nem precisam continuar lendo.
Estou morrendo de tédio, estou enjoada da minha não-vida e de mim mesma, onde fica a alavanca pra virar tudo de cabeça pra baixo e ver se assim as coisas fazem algum sentido, se reorganizam, ou melhoram um pouco?
Não vou dizer “ai meldels estou sofrendo”, não estou sofrendo com nada. Não é nenhum problema em particular. É a ausência de tudo, provavelmente até de problemas. A banalidade de acordar todo dia e fazer as mesmas coisas comuns.
Não estou pedindo pra ser oh meldels que fabulosa, cada noite numa festa com um cara diferente. Aliás, nem sei o que eu quero. E isso me irrita.
Acho que esse grande vazio que eu sou é justamente pelo fato de eu ter muitas personalidades. Uma anula a outra. Eu sou tanta coisa ~~apenas darwinista, me adaptando aos outros, não falsa ou personagem~~ que uma coisa anula a outra, assim ad infinitum.
Ooooi, eu já disse isso? Sei lá, devo ter esse distúrbio das múltiplas personalidades mesmo.
As coisas maneras dos últimos dias:
→ Só fui na escola quarta e quinta, que são os dias sagrados de ir pra escola, por causa de filosofia e biologia.
→ Comprei uma blusa limds, e uma calça jeans dois números menor que suas irmãzinhas predecessoras que faz eu me sentir bem mais longe da linha da obesidade mórbida.
→ Minha vida no twitter está muito limda, obrigada a todos os envolvidos.
→ Várias tias da academia disseram “nossa como você emagreceu” etc. Mas daí eu penso, “deeeels, eu era ainda pior?”.
Tipo, não tenho consciência de mim mesma, só percebo meu peso quando tiro fotos grupais.
→ consegui não brigar com nenhum dos meus amigos esses dias, e olha que eu estava mais insuportável que o normal. Um beijo pra esses hormônios idiotas cujos nomes não sei porque corpo humano nunca foi meu forte.
(e nem o uso do “porque”, “por que”)
→ tinha outra coisa mas eu esqueci, manero.
Então, esse é o pior post da história da blogosfera, mas achei que deveriam saber as coisas interessantíssimas que fiz nos últimos dias.
Olha, sinto dizer, mas esse blog só funciona realmente quando eu estou sem internet, escrevendo no word quase o dia inteiro sobre cada detalhe banal da minha vida banal, e indo postar em lan house. O povão gosta de sofrimento né.
Ah, lembrei a outra coisa manera: estou fazendo simulados em sites sobre vestibular, apenas tédio não nerdice. Sem contar que não consigo simplesmente estudar todo o conteúdo que me foi passado durante a minha vida né, então respondo essas coisas como se estivesse apenas resolvendo passatempos da Coquetel, e as coisas que eu vejo que realmente não sei, no futuro estudarei (ou não).
enfim, beijos no coração, muito monange pra vocês nesse criança esperança.
Estou morrendo de tédio, estou enjoada da minha não-vida e de mim mesma, onde fica a alavanca pra virar tudo de cabeça pra baixo e ver se assim as coisas fazem algum sentido, se reorganizam, ou melhoram um pouco?
Não vou dizer “ai meldels estou sofrendo”, não estou sofrendo com nada. Não é nenhum problema em particular. É a ausência de tudo, provavelmente até de problemas. A banalidade de acordar todo dia e fazer as mesmas coisas comuns.
Não estou pedindo pra ser oh meldels que fabulosa, cada noite numa festa com um cara diferente. Aliás, nem sei o que eu quero. E isso me irrita.
Acho que esse grande vazio que eu sou é justamente pelo fato de eu ter muitas personalidades. Uma anula a outra. Eu sou tanta coisa ~~apenas darwinista, me adaptando aos outros, não falsa ou personagem~~ que uma coisa anula a outra, assim ad infinitum.
Ooooi, eu já disse isso? Sei lá, devo ter esse distúrbio das múltiplas personalidades mesmo.
As coisas maneras dos últimos dias:
→ Só fui na escola quarta e quinta, que são os dias sagrados de ir pra escola, por causa de filosofia e biologia.
→ Comprei uma blusa limds, e uma calça jeans dois números menor que suas irmãzinhas predecessoras que faz eu me sentir bem mais longe da linha da obesidade mórbida.
→ Minha vida no twitter está muito limda, obrigada a todos os envolvidos.
→ Várias tias da academia disseram “nossa como você emagreceu” etc. Mas daí eu penso, “deeeels, eu era ainda pior?”.
Tipo, não tenho consciência de mim mesma, só percebo meu peso quando tiro fotos grupais.
→ consegui não brigar com nenhum dos meus amigos esses dias, e olha que eu estava mais insuportável que o normal. Um beijo pra esses hormônios idiotas cujos nomes não sei porque corpo humano nunca foi meu forte.
(e nem o uso do “porque”, “por que”)
→ tinha outra coisa mas eu esqueci, manero.
Então, esse é o pior post da história da blogosfera, mas achei que deveriam saber as coisas interessantíssimas que fiz nos últimos dias.
Olha, sinto dizer, mas esse blog só funciona realmente quando eu estou sem internet, escrevendo no word quase o dia inteiro sobre cada detalhe banal da minha vida banal, e indo postar em lan house. O povão gosta de sofrimento né.
Ah, lembrei a outra coisa manera: estou fazendo simulados em sites sobre vestibular, apenas tédio não nerdice. Sem contar que não consigo simplesmente estudar todo o conteúdo que me foi passado durante a minha vida né, então respondo essas coisas como se estivesse apenas resolvendo passatempos da Coquetel, e as coisas que eu vejo que realmente não sei, no futuro estudarei (ou não).
enfim, beijos no coração, muito monange pra vocês nesse criança esperança.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Tretas and dreams
Gente, hoje tretei com vendedora da Têxtil e da Visual.
Da Têxtil porque o short que eu comprei claramente tem problema no zíper, mas elas disseram que não tinha etc (mas o short é tão lindo que eu peguei mesmo assim afinal só se vive uma vez e me serviu perfeitamente. Mesmo sabendo que tem 99% de chances de dar problema, isso sim é viver perigosamente hein).
E da Visual porque a mulher — sem eu nem pedir veja bem — pegou trocentas calças no estoque, e a calça que eu tinha provado e pretendia levar era tão vagabunda que o zíper quebrou. Quebrou sozinho, eu juro. Não sou obrigada.
Ou seja, tretei com as duas no provador, o clima ficou tenso e saí correndinho de lá o mais rápido possível. Pfft. Isso que dá entrar em lugar desse nível né.
Enfim, amanhã vou comprar roupa na C&A, no shopping, porque sou fina cof
Partes boas do dia: resolvi faltar na escola. Achei que nem conseguiria dormir de volta porque tinha umas maritacas, ou sei lá qual o nome daquelas desgraças matinais, que pareciam estar piando (ou seja lá qual o nome do barulho insuportável que elas fazem) bem acima da minha janela. Puta merda, bichos detestáveis. Não sei o que Deus tinha na cabeça quando resolveu trocar os dinossauros por todos esses bichos (inclusive a gente mas ok).
Mas acabei dormindo e tive lindos sonhos.
Mentira, nem lembro direito dos sonhos, só sei que pareciam MUITO reais. Sonhei com o Caio e isso é o suficiente pra eu ter ganho o dia. Gente, eu tenho uma ligação muito forte com ele (mesmo que ele obviamente não a tenha comigo).
Só lembro que estávamos um do lado do outro, só que conversando por caderno, e não oralmente; não consigo lembrar bem, mas ele disse que já tinha gostado de mim, e pensando bem, agora me amava (tipo wtf), e perguntou se eu queria namorar com ele, sei lá, algo assim.
Gente, foi lindo. O curioso é que no sonho ele não estava tão bonito quanto ele é. Tipo, comecei a gostar dele na época que ele era o gordinho bbk de óculos, e deixei de gostar dele quando ele se tornou o sex symbol da escola e desfilou pra Pernambucanas. Belezas óbvias não prendem tanto meu interesse.
Enfim, hoje estou mais sensível do que o dente da Carolina Dieckman antes de usar Sensodine, certeza que é por causa do sonho.
Agora vou fazer uma hidratação marota no meu cabelo que ele tá precisando viu.
Da Têxtil porque o short que eu comprei claramente tem problema no zíper, mas elas disseram que não tinha etc (mas o short é tão lindo que eu peguei mesmo assim afinal só se vive uma vez e me serviu perfeitamente. Mesmo sabendo que tem 99% de chances de dar problema, isso sim é viver perigosamente hein).
E da Visual porque a mulher — sem eu nem pedir veja bem — pegou trocentas calças no estoque, e a calça que eu tinha provado e pretendia levar era tão vagabunda que o zíper quebrou. Quebrou sozinho, eu juro. Não sou obrigada.
Ou seja, tretei com as duas no provador, o clima ficou tenso e saí correndinho de lá o mais rápido possível. Pfft. Isso que dá entrar em lugar desse nível né.
Enfim, amanhã vou comprar roupa na C&A, no shopping, porque sou fina cof
Partes boas do dia: resolvi faltar na escola. Achei que nem conseguiria dormir de volta porque tinha umas maritacas, ou sei lá qual o nome daquelas desgraças matinais, que pareciam estar piando (ou seja lá qual o nome do barulho insuportável que elas fazem) bem acima da minha janela. Puta merda, bichos detestáveis. Não sei o que Deus tinha na cabeça quando resolveu trocar os dinossauros por todos esses bichos (inclusive a gente mas ok).
Mas acabei dormindo e tive lindos sonhos.
Mentira, nem lembro direito dos sonhos, só sei que pareciam MUITO reais. Sonhei com o Caio e isso é o suficiente pra eu ter ganho o dia. Gente, eu tenho uma ligação muito forte com ele (mesmo que ele obviamente não a tenha comigo).
Só lembro que estávamos um do lado do outro, só que conversando por caderno, e não oralmente; não consigo lembrar bem, mas ele disse que já tinha gostado de mim, e pensando bem, agora me amava (tipo wtf), e perguntou se eu queria namorar com ele, sei lá, algo assim.
Gente, foi lindo. O curioso é que no sonho ele não estava tão bonito quanto ele é. Tipo, comecei a gostar dele na época que ele era o gordinho bbk de óculos, e deixei de gostar dele quando ele se tornou o sex symbol da escola e desfilou pra Pernambucanas. Belezas óbvias não prendem tanto meu interesse.
Enfim, hoje estou mais sensível do que o dente da Carolina Dieckman antes de usar Sensodine, certeza que é por causa do sonho.
Agora vou fazer uma hidratação marota no meu cabelo que ele tá precisando viu.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
20:47
Hoje o dia foi ótimo porque fiquei divando por aí com o Renats e a Aline. Encontramos a Taís. Reunião de divas né KFSHADLASDIOHADSA
Tiramos foto, comemos na Band, foi pretty cool. Melhor coisa do dia: me pesei e emagreci de volta o que eu tinha engordado.
Mas mesmo assim, vou voltar com os chás, shakes e o caralho a quatro.
E agora tô meio downers... pra você ter idéia do meu psicológico: vi um cara gritando com a namorada na rua e fiquei com vontade de chorar. APLUSK ME ABRACE FORTE.
Eu estava com um textão em mente sobre estar reagindo a pessoas que me tratam mal tratando-as mal também e reconsiderando seriamente se elas são tão importantes assim na minha vida, mas estou aqui ouvindo um panic maroto pra voltar ao normal, e sei lá, vocês sabem como eu sou: idiossincrasia em vários sabores diferentes. Várias personalidades singulares, mas uma anula a outra. Escrevo algo com a personalidade x, vou e leio com a y, acho inócuo. Vou e leio com a z, acho péssimo. Assim por diante, ad infinitum.
Então, pelo menos nesse caso, o melhor é ficar quieta pra não fazer merda. As pessoas não têm estrutura pra agüentar minhas crises como eu agüento as delas.
Mas enfim... olha que bom gente, fiquei com notas muito boas no segundo bimestre. Fechei filosofia e história com dois dez de bimestre, awesome. E não tive nenhuma média abaixo de seis, veja você. De volta aos tempos de Bom Pastor praticamente LMKHASFADSIHSA
Hoje acordei meio Naomi Campbell, com tendência a bater em serviçais, e por serviçais quero dizer amigos bbks. Fiquem ligadinhos.
Tiramos foto, comemos na Band, foi pretty cool. Melhor coisa do dia: me pesei e emagreci de volta o que eu tinha engordado.
Mas mesmo assim, vou voltar com os chás, shakes e o caralho a quatro.
E agora tô meio downers... pra você ter idéia do meu psicológico: vi um cara gritando com a namorada na rua e fiquei com vontade de chorar. APLUSK ME ABRACE FORTE.
Eu estava com um textão em mente sobre estar reagindo a pessoas que me tratam mal tratando-as mal também e reconsiderando seriamente se elas são tão importantes assim na minha vida, mas estou aqui ouvindo um panic maroto pra voltar ao normal, e sei lá, vocês sabem como eu sou: idiossincrasia em vários sabores diferentes. Várias personalidades singulares, mas uma anula a outra. Escrevo algo com a personalidade x, vou e leio com a y, acho inócuo. Vou e leio com a z, acho péssimo. Assim por diante, ad infinitum.
Então, pelo menos nesse caso, o melhor é ficar quieta pra não fazer merda. As pessoas não têm estrutura pra agüentar minhas crises como eu agüento as delas.
Mas enfim... olha que bom gente, fiquei com notas muito boas no segundo bimestre. Fechei filosofia e história com dois dez de bimestre, awesome. E não tive nenhuma média abaixo de seis, veja você. De volta aos tempos de Bom Pastor praticamente LMKHASFADSIHSA
Hoje acordei meio Naomi Campbell, com tendência a bater em serviçais, e por serviçais quero dizer amigos bbks. Fiquem ligadinhos.
sábado, 7 de agosto de 2010
10:42
Caso alguém tenha percebido minha ausência nos últimos dias, foi problema na internet. Como faço sempre que estou sem poder postar, escrevi um pouco no Word. De terça pra cá deu nove páginas, e como fica gigante postar aqui como post normal, coloquei no google docs. Só clicar aqui e ir pra outra página ler, com todo o conforto. 1beijo.
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