quinta-feira, 30 de setembro de 2010

then again... política.

Por um lado odeio discutir política porque ser contrariada me deixa extremamente frustrada. E porque eu realmente não entendo de política, gente. Mas entendo de pessoas, e se você for ver, essa é a base pra qualquer coisa.
Mas por outro lado tenho revolução nas veias, quase que como forma de sobrevivência. Imagino a catástrofe que será se o candidato que eu sou totalmente contra for eleito, sabe. E desculpa se eu considero isso consciência política.
Obviamente não sou anti-Serra só por causa daquela careca doentia. E também não é questão de partido, porque entendo tanto de partido político quanto um geek entende de futebol. É uma questão de ideologias e experiências pessoais. Dilma é a favor de coisas que eu considero prioritárias (aborto, casamento gay, proibição de umas coisas relacionadas a fanáticos religiosos...) e é tipo uma continuação do Lula, que, vamos ser honestos, foi um dos melhores presidentes da história do país, senão o melhor. Obviamente a liberdade e a consciência política são coisas recentes na história desse país, mas enfim... enquanto o Serra teve esses anos no governo de São Paulo e pra mim não fez quase porra nenhuma.
E não venham discutir política nos comentários porque é só minha opinião. Mal dada por sinal, estou com preguiça, sei lá.
É o que eu disse no twitter, seja contra ou a favor de alguém por motivos reais, não por causa de uma corrente ridícula do orkut, nem tipo “ai fulano é a favor da Dilma e ele é um babaca então vou ser contra”.
Até porque juntar religião com política só serve pra alienar as pessoas. É o erro mais antigo e mais ridículo da humanidade.

back to may 30

Then i’m back to that lame long hair, kinda blond and completely frizzy. Back to all those insane dreams ‘cause I’m only 12. Reading and writing in my diary all those absurd plans, only mine. I was (more) young and (more) stupid, just wanted somebody to protect me, to save me, to keep me warm and safe inside strong and loved arms.
But you have to choose between your dreams. You can love them both, but still, they will not love you, they won't be with you. Only one of them, if you choose who you have to.
And if I had to choose now, I still would be 16, with my not-that-lame red hair, inside your not that strong (but really loved) arms. Because I love you. Always have, always will. It's only four months, but feels like forever. The way it has to be.


(flw tá chovendo e tô com medo vou dorme ekwkwekwe <3)

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

19:24

A chuva continua, fraca, mas agora me irritando um pouco. Tudo questão de momento. Queria estar no step. Ontem tomei um monte de sorvete e estou me sentindo culpada. Hoje era pra ser um dia todo trabalhado na desintoxicação alimentar mas daí enchi o cu de Vono e biscoitinho. Só não digo que vou ser uma Forever Alone porque eu sei que sozinha não vou estar, só gorda pra sempre.
Esqueci o que eu queria escrever, mas nem era nada manero mesmo.
Agora tô aqui ouvindo Sam’s Town [a versão no piano, claro], e pensando na vida, naquela coisa de “tudo tem a hora certa”.
Odiava quando minha mãe me proibia de fazer alguma coisa dizendo isso, até porque, por mais que queira, não é ela que pode controlar minha vida. Nem eu, mas eu mais que ela, anyway.
(estou falando como se tivesse uns 40 anos, mas é foda ver gente da minha idade ou mais que ainda tem que fazer exatamente tudo que a mamãe manda... a regra geral aqui é NÃO ME INCOMODE feat. AJA DE ACORDO COM A SUA CONSCIÊNCIA)
Enfim, o fato é que me incomoda quando as coisas não são como eu quero, mas quando passa um tempo, tudo faz sentido. De não ter sido na época. Porque estragaria. Porque se X tivesse ~dado certo~ meses/anos atrás, Y, que era muito melhor que X, jamais teria acontecido. Sim, você chorou por causa de X, mas percebeu que Y era o melhor e, quando você menos espera, X volta. Você não pode enfiar um fator no cu e já era, ele vai reaparecer em algum momento. X vai dar certo num futuro que só sei que está próximo. X e Y juntos. Como deve ser.
Apenas filosofia e amor, não matemática galero.

01:33

And when it rains on this side of town it touches everything. Just say it again and mean it, we don't miss a thing.
Essa chuvinha fraca e gelada me traz uma sensação tão boa que eu não sei ao certo como descrever. Me sinto interna e infinitamente feliz sem entender. Algum tipo de dèja vu com premonição.
Sempre odiei chuva por ter medo e não poder sair de casa (mas não poder sair de casa é a magia). Chuva me dá vontade de ficar debaixo do edredom assistindo comédia romântica e tomando sorvete.
Aliás, sabe a teoria do sorvete? Derrubei.
Me dei conta de que isso só vale pra sorvete italiano, porque sorvete da nestlé eu acho que prefiro o de diamante negro que o de creme. Ou os dois juntos sei lá.
Podia escrever um monte de coisas, coisas que soariam vazias demais ao saírem da minha mente. Palavras que são como o vapor. Impossível transportá-la da sua mente, densa e vedada, pra qualquer outro meio sem perder boa parte daquilo. Boa parte do significado que só existe pra você.

sábado, 25 de setembro de 2010

a teenage vow in a parking lot

Queria fazer um post sobre política porque o povo da timeline tá falando sobre isso e tal. Eu não vi horário político nenhuma vez ainda, shame on me. Na verdade eu comecei a ver uma vez e, depois de concluir que o Mercadante parece saído diretamente de Chocolate com Pimenta, fiquei com tédio e desliguei a tv, e esse é o exemplo do bom exemplo que eu sou. É por isso que quero que as pessoas sejam elas mesmas. Gente alienada se deixaria influenciar pelas minhas merdas.
Queria fazer um drinking game assistindo o horário político inteiro, tipo, um gole a cada erro de português.
Mas sério, desligam a tv aqui quando começa, e eu que não sou apegada à tv nem me importo.
E por outro lado eu fico exasperada quando vejo alguém dizer que vai votar nos candidatos que eu odeio. Pra mim não existe “eu sei que tem melhores”. Se eu escolho algo é porque acredito piamente que aquilo é o melhor que existe em sua categoria. Inclusive, ou especialmente, em relação à política.
Também não consigo ter condições de fazer algo e não fazer. Não entra na minha cabeça ver gente da minha idade que pode votar mas não vai. Daí você, alguns ou muitos anos mais velho que eu, diz “ah mas a piazada ia zuar com o bagulho” (sério, vejo muita gente usando essa frase sobre adolescente fazendo qualquer coisa de ~adulto~, haha. Depois não sabem por que eu não curto cara hétero, olha essas expressões esdrúxulas).
A questão não é a sua idade, é o seu comprometimento político. Sei lá, tudo é complexo demais pra eu tentar explicar minha exata opinião, mas acho que só de você se interessar e votar em alguém que você realmente acredita ser o ~menos pior~, já é válido pelo seu comprometimento para com seu futuro e tudo mais.
“Grande coisa ser consciente, não resolve”. Você tá fazendo sua parte, que se foda se o resto vende voto por dez reais ou vota no Tiririca/Netinho porque isso é a idéia deles de uma piada.
E olha, longe de mim tentar convencer vocês a votarem nos meus candidatos já definidos sem ganhar dinheiro por isso, mas vi qualquer coisa sobre os tucanos falando que a Dilma não vai dar conta, e se eu entendi isso direito, bad move Careca Reluzente, BAD MOVE!
Não se diz isso pra uma sociedade cheia de mulheres que são miladies por fora, mas por dentro ainda são aquelas revolucionárias peludas, despenteadas e sem sutiã. Eu pelo menos. Estou aqui quietinha, com minha chapinha e não raro me submetendo às pessoas, ou até mesmo fazendo as vezes de mulher-objeto. Mas pisa no meu calo feminista (tipo me subestimando, sabe?) que eu faço cosplay de Betty Friedan. E pode não ser agradável.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

you put my head in such a flurry.

E mais um dos paradoxos do que eu sou. O tempo. Querer que ele passe rápido pra alcançar algo que eu desejo — no momento, férias —, mas querer fazê-lo continuar pra sempre nesses dias, porque nada vai ser como agora. Não faço a mais puta idéia do que esperar do futuro, não sei definir felicidade, mas nunca me senti tão bem quanto agora. Apesar ou por causa dos percalços.
Puta merda, isso é tão clichê. Sinto minhas palavras perderem o significado antes mesmo de saírem da minha mente. Não quero escrever só pra exercitar meu bom latim, quero escrever pra mudar o mundo, mesmo que seja apenas algum desses mundos internos. Meus ou seus. Ser o ponto de intersecção entre tudo o que existe, transformar o complexo em simples e o simples em complexo, de forma sutil e imperceptível, porque é só dentro da minha mente.
(Suspiro. Infinitamente patética).
Mas acontece que eu não sou tão Pete Wentz. Ele é cada clichê, mas simplesmente faz melhor que isso, já diz the music or the misery. E eu não. Eu sou cada clichê vazio tentando tomar forma de algo grandioso, e falhando miseravelmente nisso.
Tô aqui ouvindo Miley Cyrus, vejam vocês. Sinto necessidade de enfatizar que odeio ela de Hannah Montana, é tão forçado e babaca. Mas ~can’t be tamed~ deixa muita música da Britney no chinelo. E ~when I look at you~ hein gente? Eu tocaria aquela música no meu casamento. É muito lindinha :~
Mas enfim, vamos falar sobre meus dias né. Preciso deixar algum registro pra posteridade aqui, imagina se eu perco a memória, e leio o blog pra tentar recobrá-la, e só tem merda aqui? Vamos ser objetivos e tal.
Segunda-feira, não lembro de porra nenhuma, só sei que fiz prova de Deus e da Sopão, daí eu me pesei e tinha perdido 400g no fim de semana [spoiler: eu os recuperei e engordei mais 400].
Ah, e a Karen me fez comer lanche, porque na terça ela começou na academia e queria se despedir da vida mundana em grande estilo.
Terça engordei de volta, me matei nos exercícios pra braço e cintura [um beijo pra mim dolorida até agora], fiz recuperação fodida do Dayton. Isso vadia, perde a segunda prova né. Enfim, hoje eu soube que consegui média, mas realmente sou péssima com números, desculpa se eu não sou um robô e tal.
Sem contar que eu não copio nada, a Aline me explicou a matéria toda dois segundos antes da prova. And this is how I roll. Roll with it.
Ontem o Diogo veio pra cá, assistimos cold case. Fomos caminhar, passamos na casa da Anna pra pedir água [WEKEWKWEK daquelas bicha pobre], a mãe da Anna se apaixonou por ele [aquela velha tem um fraco por caras altos, alô Tiago e Celso. Exceto pelo fato que o Diogo é lindo, e os dois, né.], discutimos. Fomos no mercado, tivemos bons momentos, tomamos sorvete, discutimos de novo.
E o que é que nos faz quebrar a cara de novo né Lucas Silveira.
Acontece que depois das discussões tudo parece mais real. Na real nós somos muito inseguros. E eu podia omitir nossas briguinhas e fingir que tudo entre nós sempre está perfeito, mas seria ridículo. Nosso relacionamento é tão bom justamente, em grande parte, devido às discussões.
Mas enfim, tá tudo bem agora.
Hoje foi o dia mais improdutivo do mundo, só tirei meu caderno pra fora da mochila pra escrever um trecho de uma música do Bruno e Marrone que eu lembrei, pra procurar o nome e posteriormente fazer download da mesma.
Gente, não é fácil se livrar das músicas que marcaram sua infância e que têm letra bonita, ok? Porque juro, elas têm. Odeio ~dormi na praça~ e essas merdas, mas enfim, não vou tentar explicar a profundidade daquelas letras pra vocês reles humanos [vish parei]
Daí de tarde foi Shinny Day e a gente se divertiu horrores como sempre, apesar dela estar doente.
Enfim, rotinazinha medíocre, e quando acontece alguma coisinha legal não posso nem contar aqui. Podemos por favor voltar pra época que só três amigos virtuais liam isso? Não. Então vamos aprender a não sair contando tudo da minha vida pra quem quiser ouvir/ler.

domingo, 19 de setembro de 2010

02:33

Não seja o que o mundo espera de você, porque ele nunca espera que você seja feliz.
É tudo tão contraditório, não existe nada de concreto, real, absoluto. É tudo gelatinoso, tudo frágil, bambo. Revolução industrial é o caralho, os maiores bens não-duráveis somos nós.
Tem pessoas tão formidáveis que o mundo nunca vai saber que existem, por causa das máscaras pra agradar a sociedade. Às vezes eu penso que seria melhor pra todo mundo se eu morresse, mas é aí que me dá uma vontade maior ainda de viver. Pode parecer paradoxal, mas quero viver de propósito. Se esperam que eu esteja morta, então continuarei viva, espero, por muito tempo. Se esperam que eu seja infeliz, serei mais feliz do que jamais serão na sua obsessão e falsidade. E olha, uma pessoa que é falsa com os outros é ruim o suficiente, imagina falsa consigo mesma?
Aceitação. Liberdade. Não é tão difícil assim.
O preconceito existe porque ser livre é uma arte, uma arte que qualquer um poderia dominar, mas tem medo. Padrão é um looping infinito. Um dia um filho da puta acordou e disse que mulher magra que é linda, que ser hétero é o certo, que ser pobre é vergonha. Seguiram, criaram mais, seguiram. Ad infinitum.
Não vou dizer que sou ~diferente~, porque é um estigma patético, e não vou ser hipócrita, eu gosto muito mais de pessoas que são parecidas comigo; de modo que, pra existir gente parecida comigo, eu tenho que seguir alguma coisa. E eu sigo 144 pessoas no twitter e mais do triplo disso de filosofias. E uma delas é a da liberdade. Eu sei como é árduo deixar de ser o que o mundo espera que você seja. Eu não conseguiria me manter assim, tão satisfeita com a minha personalidade e sem medo de dizer o que eu penso, se não tivesse as pessoas que me amam, eu também desabo.
Claro que tem gente que me odeia, que me acha ridícula, babaca, e olha, estão certos. Uma pessoa que corre o risco de ser ela mesma é ridiculamente babaca. Se torna persona non grata praqueles que sempre quiseram ser alguém real e se tornaram apenas alguém que agrada aos outros.
Eu me dei conta: eu queria gente parecida comigo, então tinha que mostrar o que eu realmente era. Ser a primeira. Sou o Iuri Gagarin do seja-você-mesma, porque se eu continuasse me escondendo, me reprimindo, o looping infinito continuaria. Alguém tinha que dar o primeiro passo. E começaram a surgir pessoas que se identificavam com minhas filosofias. Comigo. Com o que eu era, não com o que eu achava que queria ser.
Tem pessoas que são tão lindas e insistem em usar máscaras. Porque é mais fácil. Coloque algo pra encobrir seu rosto ao invés de tratar dele. Sou uma péssima influência pro mundo porque eu digo o que penso, porque não me surpreendo com nada (ok, se você me disser que matou alguém eu vou ficar chocada, mas se você me contar dos seus mais profundos desejos, coisas bobas ou estranhas, não). Não sei se tudo é realmente banal ou se são meus olhos. Talvez estejam um pouco ruins por estarem cansados de hipocrisia, inclusive da minha própria. As pessoas se banalizam quando passam a usar máscaras iguais, mesmo que o que há debaixo da máscara seja totalmente diferente. A vida é um encontro às cegas, e eu não vou perder a chance por medo. Não mais.
Não posso obrigar ninguém a lutar contra o mundo pra ser o que sempre quis ser. É tipo Vietnã x EUA (e curiosamente o que parecia mais frágil venceu... não que seja assim com todo mundo que dá a cara a tapa). Não vou dizer que é um mar de rosas. As pessoas ojerizam o que é incomum, o que não segue a grande massa. Mas olha, sempre vai ter quem não goste de você, por mais que você viva pra agradar. Não adianta.
Não acredito naquilo de “você precisa se amar pra amar alguém”. Quero dizer, não é a única maneira. O amor de outra pessoa por você pode fazer você se amar. Não amar sua máscara, mas aquilo que você realmente é.
E gente, pra que perder tempo escolhendo a máscara perfeita, a mais bonita, a mais impressionante, quando você podia estar cuidando do seu rosto de verdade?
Olha, minha liberdade real começou quando minha mãe me deu liberdade. Não tive ninguém que arrancasse minha máscara e me dissesse que o que eu tenho por baixo é muito melhor que aquilo. Eu que tive que me dar conta. Eu era a loser moralista sem amigos (a máscara ser ruim ajuda, você percebe que nada pode ser pior que aquilo), e queria ser mais que isso. Acontece que eu já era, só não conseguia externar, não no meio em que eu vivia, não com a pressão familiar que eu sofria. Mil agentes externos. Não foi fácil, Deus sabe que não. Tive que conquistar a liberdade com a única pessoa que tinha mais ou menos direito de me impedir de algo, tive que parar de me importar com a opinião de gente irrelevante.
O Diogo é minha obra de arte. Sempre o amei pelo que ele realmente era, mesmo não conhecendo. Eu sabia que não podia ser verdade. Que ele era mais que aquela personalidade babaca. Foi uma aposta vultuosa. Um risco que eu quis correr. Eu tive medo, algumas vezes, de que ele fosse uma daquelas pessoas que nunca vai ter coragem de tirar a máscara, ou que é exatamente a mesma merda por baixo do disfarce. Ninguém muda, tudo já existia dentro de você, esperando pra ser ativado. Não existe o que é certo, mas existe o que é real. E cada vez mais, parece que estou acertando a pergunta de um milhão de reais. Que estou mostrando pras pessoas que eu amo de que só a liberdade e a ausência de preconceitos, sobretudo consigo mesmo pode ser o primeiro passo pra felicidade. Pra quem não sabe por onde começar, é onde eu comecei, mesmo que inconscientemente.
Pra mim a felicidade é uma coisa tão grande, que foi dividida em várias partes. Uma em você, e várias nos outros, já que é preciso encontrar a felicidade em si mesmo mas, por outro lado, ninguém é feliz sozinho.
O amor é um conceito. Engloba todos os tipos de amores. Impossível rotulá-lo como eterno, impossível, ou qualquer coisa assim. Às vezes tenho que dar razão à Clarice, talvez o ser humano realmente seja um orgasmo da natureza. Só que a maioria se torna um orgasmo fingido. E, todos nós sabemos, que quando você finge um orgasmo só pra agradar, o babaca da história é você.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

13:18

Estou cansada das suas desculpas e mentiras. Acho que nosso pra sempre foi feito pra durar apenas alguns dias, porque esse é você indo embora da minha vida depois de se tornar tudo o que eu mais queria.
Queria descobrir se é amor, hábito ou dependência, fazer a escolha certa. Queria restaurar a confiança que eu tinha em você, mas você só me dá motivos pra confiar menos, cada vez menos. Queria saber até que ponto estou certa, poder ver as coisas friamente, pra saber o que é real, porque honestamente, não sei mais o que é máscara e o que é pele, tudo me parece pura invenção, tudo pretexto pra brigar, tudo desculpa esfarrapada. E não tenho culpa de me sentir assim, uma vez que, cada vez que eu olho, o puzzle está tomando uma forma diferente. Qual é a certa? Qual é a real? E porque tantas falsas?
Tudo babaquice, mas tudo me afeta. Estou ficando com sérios problemas de confiança. Com todo mundo. Eu fugiria, se resolvesse. O silêncio é um amortecedor, mas não pode ser usado pra sempre. Se pudesse, eu o usaria. Mas preciso resolver isso como alguém adulta, e não sei como. Dois mundos internos complexos colidindo, e eu simplesmente não sei o que fazer, só sei que tenho que me livrar desses sentimentos e não depende só de mim.
Queria ser aristotélica em todas as situações da vida. Sou inteligente o suficiente pra não precisar de sentimento pra atrapalhar tudo. Don’t let love collapse your empire. Don’t get twisted between love and desire. Me desculpa se eu não sei diferenciar amor do resto das coisas, mas amor é apenas um conceito vago e abstrato. Tudo é mistério. E eles me agradam, desde que haja solução no final. É assim que eu quero as coisas: saltar do mais alto possível com uma cama elástica lá embaixo, pra garantir que nada de mal vai me acontecer. Arriscar, mas ter algo seguro no que cair, pra onde voltar. Unir o melhor dos dois mundos, correr o risco, mas sempre podendo voltar ao que é concreto. Seria tudo tão simples se a vida fosse assim. Só sei que não tolero mais desculpas. Elas me irritam, me deprimem. Não existe verdade, mas existe a sua verdade, e é ela que eu quero. Não personagens. Não fingimentos. Não símbolos. Não desculpas lamentavelmente ruins e nada convincentes. Prefiro um não do que um talvez, pra tudo. O não é um soco que dói de uma vez, o talvez é como uma daquelas coisas que vão te matando aos poucos e tortuosamente. And I’m not that masochist.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

00:55

A sensação de ficar feliz por saber algo, mesmo que a coisa que você sabe não te favoreça.
Eu sei que não vai ser pra sempre. Eu sei que existe muito sentimento de pena, mas olha, estou disposta a ser uma pessoa melhor. Ou seja, deixar de ser a pior pessoa do mundo.
Estou percebendo a felicidade nas pequenas coisas, percebendo que ninguém nunca está certo. O mundo está errado, e eu também. Sobre tudo. Estamos errados. Nunca vamos acertar realmente. Sempre haverá uma enorme parcela de erro no acerto, e vice-versa.
Eu luto pelo que eu quero, pelas pessoas que eu quero. Mas agora eu não preciso. Literalmente estou me desarmando. O amor te deixa sem defesas, porque você simplesmente não precisa delas, uma vez que não vai atacar ninguém.
Não tenho culpa de não ir com a cara de uma pessoa e de ter ciúme dela, mas isso não significa que a odeio. Sou implicante. Estou tentando corrigir isso. Não tenho culpa de me identificar tanto com alguém que eu amo. Eu nem sei o que dizer. Não sei em que pé as coisas estão contra mim, nem posso dizer que sou totalmente vítima, mas olha, meu amor pode superar tudo. Não é meu amor de ~ai vemk e me come~. É simplesmente amor, na sua forma mais simples e verdadeira (pausa pra vocês vomitarem).
Eu não ligo de ser motivo de piada, não faz diferença, não será nem de longe a primeira e muito menos a última vez. Essas palavras soam tão vazias que eu só quero terminar isso aqui e ir dormir, mas eu preciso dizer mais algumas babaquices.
Eu me sinto tão inexplicavelmente leve, como se do nada eu tivesse conseguido, meio que por acaso, montar o cubo mágico do modo certo. Antipatia sempre vai existir, mas ódio da minha parte, se eu tinha, não tenho mais. Eu me sinto compreendida pela primeira vez na vida, e isso basta. Basta pra esquecer todos os problemas, pra desejar a felicidade pra todas as pessoas.
Não estou me fazendo de nobre, até porque eu sei que amanhã já vou estar reclamando de tudo, então queria escrever isso antes que passasse. Isso é um blog de pensamentos. Mesmo que existisse verdade absoluta, eu não a escreveria aqui. O blog já me trouxe muitos problemas, mas também muitas alegrias. Eu não vou deixar isso acabar, nem que ~eu~ tenha que mudar. Em mim.
Não pra agradar todo mundo, não pra pagar de ~tenho valores elevados~ porque estou longe de querer aprovação total e princípios tradicionais. Só pra tentar ter um mínimo de senso de justiça e maturidade. Ouvi dizer que não tenho.
Mudar as pessoas. Isso é bem relativo. Dar um pouco se si mesma pra alguém é diferente de fazer cosplay do clipe do pink floyd onde nego entra tudo diferentinho um do outro e sai tudo carne moída, tudo uma coisa só. As pessoas mudam. Às vezes com ajuda das outras, mas não em função das outras. Mas a real mudança vem de dentro. Se não for real, é uma questão de tempo até sumir. Esperemos.
Dizem que o amor — e me refiro a qualquer tipo de amor —, e o trabalho, enobrecem o homem. Como não sou exatamente a pessoa mais trabalhadora desse mundo (leia-se, preguiçosa), todas as pessoas que eu amo estão me dando um tratamento de choque. Não sei se é temporário ou não. De novo, esperemos.
Só sei de uma coisa: você nunca saberá o quanto eu o amo. Obrigada, Bob Dylan e Johnny Cash.
Agora vou dormir, porque todo escritor é um condenado à forca tecendo a própria corda, e eu espero que ainda demore muito pra eu me enforcar com ela. Aliás, espero justamente estar desfazendo minha corda. Não curto gente que faz merda e corre pedir perdão, mas não se trata disso. Repensei algumas atitudes. Exagerada, essa sou eu. Já disse pra não me levar a sério. E se eu cometi qualquer erro grave com alguém, e ainda não percebi, corrigirei. Pareço vagabunda, mas sou fofa (riam. Depende do dia). Acredito que qualquer erro que você comete por amor é perdoável. Tudo o que não é de propósito pra prejudicar outra pessoa é aceitável. Somos passíveis de erro. Seria completamente entediante um monte de gente perfeita, até porque, o que é perfeição? Até isso é relativo.
Só pra constar meu dia, hoje tirei um dez de química e acho que isso foi o começo da minha mudança repentina, porque de repente minha antipatia pelo velho diminuiu. Ainda acho as piadinhas insuportáveis e que elas atrapalham a explicação da matéria (não que eu preste muita atenção), mas acho que acabei de superar isso e subir um level nesse jogo random da vida, escolar principalmente.
E depois brigando com o Diogo eu me dei conta de uma porção de coisas. Mudanças que parecem repentinas são as mais verdadeiras, elas já estavam sendo arquitetadas no âmago da sua real personalidade.
Só gostaria de constar que estamos melhor que nunca depois da briga de hoje de tarde, que a briga não envolve ninguém além de nós mesmos, que temos cérebros individuais e que, se isso tudo parece confuso, eu poderia contar tudo explicitamente, mas seria babaca demais pra vocês. Só é significativo pra mim.
Chega né Thamires. Tem aula de filosofia amanhã, e por hoje já é o suficiente.
Palavras são tão vazias. Gênios da humanidade, fiquem ligadinhos: precisamos de um novo código pra nos expressar.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

desapego.

Na real, as únicas marcas eternas são as tatuagens. Uma pessoa não é capaz de te mudar pra sempre. Mas eu não quero falar das pessoas, quero falar das tatuagens mesmo.
Daí que eu sou louca pra ter tatuagem, mas louca mesmo. Só que as coisas perdem a magia muito fácil pra mim, sabe. Nunca vou ter uma profissão séria tipo advogada ou médica [sou uma péssima mentirosa e pareço pesar uns 150kg usando branco, obrigada], de modo que acho que não tem problema eu ser tatuada, mas eu tento pensar no futuro também.
E tipo, como eu vou saber se no futuro vou me sentir uma completa demente com uma ankh no ombro, ou duas cerejas entre os peitos, ou qualquer outra merda de desenho de menininha que eu queira tatuar?
Me imagino velha, enrugada e com o sentimento de “como aquela menina de 16 anos era patética”.
Mas a questão não é nem estar velha, é enjoar. Eu enjôo das pessoas muito fácil, que dirá de body art?
Fico pensando se tudo o que eu quero — piercing, tatuagem, cabelo foda, roupa foda, foto foda — não é só pra querer causar de rebeldinha e diferente, porque passei tempo demais sendo pateticamente comum.
Mas por outro lado, sempre houve em mim esse sentimento de revolucionária, um anarquismo interno e nada impessoal, a vontade de mudar tudo em mim e nas pessoas ao meu redor.
É exatamente o que eu faço. Eu deixo cada um ser comigo o que sempre quis ser e nunca pôde ser com nenhuma outra pessoa. Os resultados são surpreendentes.
E aqui estou eu falando de pessoas de novo, ao invés de falar de tatuagens.
E tipo, body art é totalmente desnecessário e lindo. Tantas coisas são totalmente desnecessárias e lindas né. Só queria escrever isso pra escrever alguma coisa, porque continuo numa dúvida eterna. Acho que tenho que ir sem saber, e resolver se faço ou não na hora, sei lá. Qualquer dia desses eu vou no Lobão ou no Panky com o Diogo e a gente sai de lá tatuados [aham Thamires senta lá].
Mas anyway, só faço minha primeira tatuagem se estiver com a minha bicha junto.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

23:37

Só pra constar meu dia que eu tô morrendo de sono, só vou ler mais um pouco de O Terceiro Travesseiro e dormir.
Dia na escola foi tenso por causa do Renato. Fizemos prova dele, acho que fui bem até. Na primeira parte eu tirei 3,25 em 5, ou seja, semi win.
Mas o resto foi manero blábláblá.
A Aline veio pra cá, eu tava morrendo de sono mas a gente se divertiu muito com coisas idiotas, nossa. (como sempre né)
Momento mais epic do dia: a gente tava tirando foto numa praça quando chega um cara lindo e diz: posso tirar foto com uma de vocês?
A gente pergunta por quê. Ele: ah eu apostei dois pão de queijo que viria tirar foto com vocês.
Tiramos. Saí horrenda e a Shin também tá meio tensa, mas caso alguém me peça no msn eu mostro.
Ok, daí isso aqui tem duas versões e nunca saberemos qual a real, mas eu prefiro acreditar na mais manera.
Tínhamos quatro reais, e eu percebi que tinham sumido do meu bolso um pouco depois disso. Ou as duas notinhas de dois eram meio kamikaze e pularam pra fora do meu bolso, ooooou o cara limdo roubou a gente.
E tipo, quatro reais por um gostoso com a mão na minha bunda? É, não é um mau negócio.
(Diogo é minha gostosa, não conta ↑)
Depois tiramos mais fotos, só que uma da outra. Ela tirou um monte minha, algumas ficaram boas, tá tudo no twitpic porque lotar orkut de foto é tão last decade.
Ah, outra coisa que eu preciso constar: ontem ganhei meu primeiro (e provavelmente único) 100+RT no tuito. Nem era algo nossa que manero mas ok.
Post bem bbk só pra constar sobre meu dia, juro que quando estiver com a mente menos nebulosa [oi sono] eu faço algo decente. Bgs.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

16:12

Só queria constar que tá tudo bem agora lindos.
Saí ontem com a Leh e a Bia, hoje o Diogo veio pra cá e ficamos rindo da doce maria e nos divertindo com coisas bbks.
Pode divulgar detalhes da vida aqui Scherman?
Não gosto nem de falar muito pra não voltar a dar tudo errado, mas as últimas horas têm sido boas. Ok meu mundo gira em torno de, sei lá, cinco pessoas, e se eu estou bem com elas tudo está em seu devido lugar no mundo, mas vejam bem, o que me importa o resto do mundo gente? Eu é que estou certa de priorizar algumas pessoas e estar pouco me fodendo pro resto.
Acho que tenho um lado liferuler em meio a esses cacos de vidro chamados pedaços da minha personalidade.
Até me perdi nas coisas que eu ia dizer, olha que manero.
Declarações públicas são tão babacas, mas eu só queria dizer que apesar de sermos duas falsas, eu acredito em tudo. Nessa coisa de você-é-a-pessoa-da-minha-vida-e-o-resto-é-só-atração. Que beijar de cabeça pra baixo é muito wtf e que a frase “você é linda, linda demais pra mim” é a coisa mais cute que já me disseram.
Eu sei que uma hora vou acabar perdendo todas as minhas bichas pra um bando de homem gostoso, mas é tão lindo aproveitar enquanto elas são minhas e só minhas (e tão minhas).
É o que eu disse no twitter, você encontrar gente manera, inteligente, com bom gosto musical, bonita e diva, aqui nessa cidade é quase impossível. Se encontrar, case. E ok, a gente pode ser um lixo pros outros bbks, mas quem se importa com gente brega que ouve pagode e se acha dona da razão né. E não estou falando de uma pessoa só não, estou falando de todos. Nós somos excluídos e freak e todas essas merdas, mas somos o suficiente um pro outro.
E olha, não é só com a minha mina isso. Todos os meus amigos, amigos meeesmo, têm alguma coisa de mim. Acho tão lindo serem todos freak deslocados ex-nerds et cetera.
Parafraseando aqui um trecho de Harry Potter que o Hagrid diz que lembra dos três no primeiro ano, um bando de deslocados, e a Mione responde que eles continuam sendo um bando de deslocados mas agora têm um ao outro, é exatamente isso.
Estou nessa vibe sentimentalista porque o ano tá passando muito rápido e ano que vem boa parte dos meus amigos vão pra faculdade, e eu vou estar mais preocupada do que nunca com isso. Meu eterno dilema de gosto muito de várias coisas mas não me imagino fazendo nenhuma delas pro resto da vida, porque eu tenho facilidade e vontade pra um punhado de coisas, mas nenhuma delas é um grande dom ou vocação pra mim sabe.
Ok, quando eu era mais nova eu achava que tinha nascido pra ser escritora, e ainda pretendo publicar um livro, mas a gente precisa crescer e fazer uma faculdade pra ter uma profissão que pelo menos nos sustente, vocês sabem como é.
O fato é que não existe nada que eu faça bem e eu não curto trabalho braçal. Eu daria aula de filosofia ou seria fotógrafa, mas não sei, preciso de algo que me mantenha interessada. Sou assim com tudo, não somente profissão. As únicas amigas verdadeiras que eu tive antes das que eu tenho agora eram pessoas super boazinhas que de tão boazinhas se tornaram ZzzZzZzdesinteressantes, dá pra entender o ponto? Desafio é afrodisíaco. Gente boazinha não me atrai, e inclusive me irrita.

Mas, como todo afrodisíaco, os desafios só são válidos quando eu sei que vão dar certo no fim. Senão eu literalmente broxo.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

19:26

Então tá tudo dando errado pra mim como sempre, estou morrendo de cólica, não posso fazer nada pra ajudar uma das pessoas que eu mais amo e por quem eu me sinto responsável que tá se fodendo também, a academia tava fechada (eu não sou tapada, tinha um cartaz gigante de que segunda-feira véspera de feriado funcionaria normalmente), eu tava chorando na rua e ainda me param pra pedir informação.
Fracasso é pouco, o que eu sou ainda não tem nome.

felicidade é supervalorizada.

Ela e todas essas coisas que não são concretas. Como você pode dizer se tem ou não algo se você não sabe qual a forma daquilo?
Eu posso dizer que tenho, sei lá, um blog, porque eu sei a forma que tem um blog. Existem 34902843289432980342980324 tipos de blog, e a idéia universal de blog engloba o meu, de modo que eu tenho blog.
Daí você me diz que existem 34902843289432980342980324 tipos de felicidade também, mas acontece que o blog eu vejo como é, e a felicidade? Eu tirei de onde esse conceito, se é algo invisível aos olhos?
Cheguei a essa linha de raciocínio me dando conta de que nada me satisfaz. A maioria das coisas que eu já tive, fiz, vivi ou experimentei não me fizeram sentir o que eu acreditava que fosse felicidade.
(Vi no sub de alguém do msn uma frase que, se não é célebre, deveria. Só sei que é de um livro. "Nunca me ocorreu que não era o começo. Era a felicidade. Era o momento. Aquele exato momento". Deve ser isso, no fim das contas)
Eu saio, fico entediada e reclamando. Eu fico no pc, fico entediada e reclamando. Então pra que eu sirvo? Não sirvo. Sou um pedaço do cenário, um voto nulo, um daqueles objetos que você compra aos milhares, justamente pra sobrar um monte e não ter problema. Um dos que sobram. Perfeitamente dispensável.
Fico pensando sobre o meu papel no mundo e realmente concluo isso. Que eu sou só uma punição do universo pra uma babaca de dezessete anos que deu pra um cara casado em outubro de 1993.
(minha mãe, pros leigos)
É estranho, eu ia dizer que não me contento com as pequenas coisas, mas às vezes pequenas coisas com pessoas que eu amo, e coisas que eram pra ser mais grandiosas [TIPO O QUE? SEI LÁ] se tornam banais.
Conclusão lógica: que se foda. Vou pintar minha unha de Rose Bombom, ouvir Goldfinger e ler Morte nas Nuvens, que o nome disso é falta do que fazer.

domingo, 5 de setembro de 2010

15:34

Tá eu ia fazer um post depressivo sobre a razão da existência, mas deixa pra outro dia galero. Acabei de comer frango assado com creme de alho e, se isso não é uma boa razão pra existir sem ficar questionando as coisas, não sei o que é.
Ontem saí com a Taah da minha sala. Ela é muito diva manera etc, e apesar de alguns fails a gente se divertiu.
Tipo, o pub abria às onze mas a gente chegou às nove, fail número 1.
Mas foi manero por outro lado, porque os caras chamaram a gente pra entrar, ficamos no sofazinho ouvindo a banda ensaiar (tinha um pano preto separando a entrada do palco).
Lá é muito pequeno, eu achava que era gigaaaaante, mas até que comporta bastante gente.
E a decoração é muito foda, tipo jornais na parede, ai ai é muito manero *O*
Daí eu descobri que meu blush quebrou, despedaçou, e tava sujando tudo minha bolsa. Caiu blush no sofá LPKHASOIADSIOHDSAIOHADSA
Daí a gente foi correndo pro banheiro limpar o blush da minha bolsa :’6
Ainda bem que foi o rosa escuro que quebrou, só gosto do rosa claro. Ah, na verdade nem gosto de blush.
Tá, daí sentamos numa mesa do cantinho enquanto ia chegando gente, e ficamos bem umas duas horas vendo show do U2 no telão. Tava manero e tudo, mas né, a gente foi pra ver o cover do Nirvana ao vivo, não o Srto Bonno Gatinho no telão.
Tava muito frio (eu fui de vestido AIOSDHADSIHOA), a gente tava morrendo de sono, tinha pouca gente interessante (alô cara com a camisa do radiohead e menina de meia-calça listrada de preto e cinza, seus lindos, vocês kinda salvaram a noite. Apesar de eu odiar radiohead), um monte de tias velhas vestidas que nem perua, achando que Pub Rock Beer é Gaivota (um lugar péssimo que gente velha vai pra dançar música sertaneja), gente com cara de pagodeiro, um casal velho bizarro se pegando.
Sabe quando você tá entediada, se diverte, mas continua entediada? Foi tipo isso.
Agradecimentos especiais ao povo que não parava de tirar foto, saí de fundo em várias. Que maneeeeerZzZzzZzzzzZ
Mas ontem, no fim, foi mais manero do que fail porque a gente não gastou nada com isso, OIHASDASDIHA ~daquelas.
Queria ser gostosa pra pagarem bebidas pra mim sabe.
Então, só estou fazendo esse post pra atualizar o blog, a hilaridade dos últimos acontecimentos não me permitiu postar nada nesses últimos dias, so sorry. Esses dias têm sido maneros de verdade e eu simplesmente não queria estragar porque Stephen Christian diz tudo: words are very unecessary, they can only do harm. Chega de expor minha não-vida galero. Farei textos reflexivos, sobre coisas/acontecimentos aleatórios, mas o que eu sei, o que eu sinto, e muitas das coisas que eu faço, não vou sair falando pra todo mundo, beijos.
E se isso é perder a essência do blog, procurem algo no estilo Gossip Girl. Não estou aqui pra isso.