sexta-feira, 24 de setembro de 2010

you put my head in such a flurry.

E mais um dos paradoxos do que eu sou. O tempo. Querer que ele passe rápido pra alcançar algo que eu desejo — no momento, férias —, mas querer fazê-lo continuar pra sempre nesses dias, porque nada vai ser como agora. Não faço a mais puta idéia do que esperar do futuro, não sei definir felicidade, mas nunca me senti tão bem quanto agora. Apesar ou por causa dos percalços.
Puta merda, isso é tão clichê. Sinto minhas palavras perderem o significado antes mesmo de saírem da minha mente. Não quero escrever só pra exercitar meu bom latim, quero escrever pra mudar o mundo, mesmo que seja apenas algum desses mundos internos. Meus ou seus. Ser o ponto de intersecção entre tudo o que existe, transformar o complexo em simples e o simples em complexo, de forma sutil e imperceptível, porque é só dentro da minha mente.
(Suspiro. Infinitamente patética).
Mas acontece que eu não sou tão Pete Wentz. Ele é cada clichê, mas simplesmente faz melhor que isso, já diz the music or the misery. E eu não. Eu sou cada clichê vazio tentando tomar forma de algo grandioso, e falhando miseravelmente nisso.
Tô aqui ouvindo Miley Cyrus, vejam vocês. Sinto necessidade de enfatizar que odeio ela de Hannah Montana, é tão forçado e babaca. Mas ~can’t be tamed~ deixa muita música da Britney no chinelo. E ~when I look at you~ hein gente? Eu tocaria aquela música no meu casamento. É muito lindinha :~
Mas enfim, vamos falar sobre meus dias né. Preciso deixar algum registro pra posteridade aqui, imagina se eu perco a memória, e leio o blog pra tentar recobrá-la, e só tem merda aqui? Vamos ser objetivos e tal.
Segunda-feira, não lembro de porra nenhuma, só sei que fiz prova de Deus e da Sopão, daí eu me pesei e tinha perdido 400g no fim de semana [spoiler: eu os recuperei e engordei mais 400].
Ah, e a Karen me fez comer lanche, porque na terça ela começou na academia e queria se despedir da vida mundana em grande estilo.
Terça engordei de volta, me matei nos exercícios pra braço e cintura [um beijo pra mim dolorida até agora], fiz recuperação fodida do Dayton. Isso vadia, perde a segunda prova né. Enfim, hoje eu soube que consegui média, mas realmente sou péssima com números, desculpa se eu não sou um robô e tal.
Sem contar que eu não copio nada, a Aline me explicou a matéria toda dois segundos antes da prova. And this is how I roll. Roll with it.
Ontem o Diogo veio pra cá, assistimos cold case. Fomos caminhar, passamos na casa da Anna pra pedir água [WEKEWKWEK daquelas bicha pobre], a mãe da Anna se apaixonou por ele [aquela velha tem um fraco por caras altos, alô Tiago e Celso. Exceto pelo fato que o Diogo é lindo, e os dois, né.], discutimos. Fomos no mercado, tivemos bons momentos, tomamos sorvete, discutimos de novo.
E o que é que nos faz quebrar a cara de novo né Lucas Silveira.
Acontece que depois das discussões tudo parece mais real. Na real nós somos muito inseguros. E eu podia omitir nossas briguinhas e fingir que tudo entre nós sempre está perfeito, mas seria ridículo. Nosso relacionamento é tão bom justamente, em grande parte, devido às discussões.
Mas enfim, tá tudo bem agora.
Hoje foi o dia mais improdutivo do mundo, só tirei meu caderno pra fora da mochila pra escrever um trecho de uma música do Bruno e Marrone que eu lembrei, pra procurar o nome e posteriormente fazer download da mesma.
Gente, não é fácil se livrar das músicas que marcaram sua infância e que têm letra bonita, ok? Porque juro, elas têm. Odeio ~dormi na praça~ e essas merdas, mas enfim, não vou tentar explicar a profundidade daquelas letras pra vocês reles humanos [vish parei]
Daí de tarde foi Shinny Day e a gente se divertiu horrores como sempre, apesar dela estar doente.
Enfim, rotinazinha medíocre, e quando acontece alguma coisinha legal não posso nem contar aqui. Podemos por favor voltar pra época que só três amigos virtuais liam isso? Não. Então vamos aprender a não sair contando tudo da minha vida pra quem quiser ouvir/ler.

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